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A Herdeira (9/10) 🌹

A Herdeira (9/10) 🌹

Tags : Herdeira Reino realeza Aesthetic Princesa Quiz RPG

↪ Esta é a parte 9; para entender melhor, sugiro que faça as anteriores
↪ Quiz estilo RPG
↪ Terão 10 partes
↪ Todas as imagens foram retiradas do Pinterest, nenhuma me pertence!

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Pessoal, vim aqui rapidinho para agradecer mais uma vez por todo o apoio. Vocês são incríveis!
Tenho recebido vários comentários maravilhosos, tanto aqui quanto no meu Wattpad. Se você ainda não me segue lá, o link:
https://www.wattpad.com/user/RPurple231
Estou respondendo todos por lá. Ainda não postei nada, mas tenho vários projetos legais!
Mas sem mais enrolação, vamos a penúltima parte. Espero que gostem, foi bem difícil pra fazer. Pessoal, vim aqui rapidinho para agradecer mais uma vez por todo o apoio. Vocês são incríveis!
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Mas sem mais enrolação, vamos a penúltima parte. Espero que gostem, foi bem difícil pra fazer.

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Você abre seus olhos lentamente, demorando alguns segundos para processar o que havia acontecido.
Assim que as últimas horas se tornam claras em sua mente, você arregala os olhos, tentando se levantar imediatamente. Porém, para sua não tão surpresa, você percebe que seus pulsos e tornozelos estão amarrados com uma corda gasta, mas firme. Você abre seus olhos lentamente, demorando alguns segundos para processar o que havia acontecido.
Assim que as últimas horas se tornam claras em sua mente, você arregala os olhos, tentando se levantar imediatamente. Porém, para sua não tão surpresa, você percebe que seus pulsos e tornozelos estão amarrados com uma corda gasta, mas firme.

  • Tento manter a calma, me esforçando para lembrar de algum detalhe importante da noite anterior.
  • Me desespero, mas tento não chorar para não chamar a atenção dos sequestradores.
  • Com esforço, me sento, apoiando-me na parede. Olho ao redor, mas não consigo identificar quase nada, pois o aposento é desmasiado escuro. As paredes são de madeira velha e o que parece ser uma porta está a, no mínimo, 5 metros de distância de mim.
  • - Ei! - grito o mais alto que consigo. - Tem alguém aí? Socorro!

- Parece que a princesinha acordou. - uma voz grossa é ouvida.
Em poucos minutos, dois homens adentram o quarto. Você não os reconhece, mas estavam vestidos de preto e carregavam armas na cintura.
- Quem são vocês? O que está acontecendo? - pergunta, temerosa.
- Quietinha, princesa. - diz um deles, te pegando pelo braço. - Você já vai conhecer a chefe.
- Chefe? - questiona confusa, se debatendo. Você não obtém resposta.
O outro homem ajuda a te arrastar para outro cômodo da casa, onde há mais pessoas. Você conta 6 homens armados e uma mulher, de costas. Com a escuridão, você não conseguia identificar ninguém.
Você é jogada em uma cadeira e sente a presença de alguém atrás de você.
- Se tentar alguma gracinha, eu acabo com você. - estremece quando alguém murmura em seu ouvido. - Parece que a princesinha acordou. - uma voz grossa é ouvida.
Em poucos minutos, dois homens adentram o quarto. Você não os reconhece, mas estavam vestidos de preto e carregavam armas na cintura.
- Quem são vocês? O que está acontecendo? - pergunta, temerosa.
- Quietinha, princesa. - diz um deles, te pegando pelo braço. - Você já vai conhecer a chefe.
- Chefe? - questiona confusa, se debatendo. Você não obtém resposta.
O outro homem ajuda a te arrastar para outro cômodo da casa, onde há mais pessoas. Você conta 6 homens armados e uma mulher, de costas. Com a escuridão, você não conseguia identificar ninguém.
Você é jogada em uma cadeira e sente a presença de alguém atrás de você.
- Se tentar alguma gracinha, eu acabo com você. - estremece quando alguém murmura em seu ouvido.

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- Menos, rapazes. - diz a mulher. Estranhamente, você parece conhecer a voz de algum lugar. - Vão assustá-la.
Ela se vira, caminhando até você. Apenas quando está bem próxima a luz atinge-a, permitindo que a reconheça.
Os cabelos loiros emolduravam o rosto maquiado. Os olhos azuis se destacavam em meio a pele clara e ela carregava um sorriso maligno. - Menos, rapazes. - diz a mulher. Estranhamente, você parece conhecer a voz de algum lugar. - Vão assustá-la.
Ela se vira, caminhando até você. Apenas quando está bem próxima a luz atinge-a, permitindo que a reconheça.
Os cabelos loiros emolduravam o rosto maquiado. Os olhos azuis se destacavam em meio a pele clara e ela carregava um sorriso maligno.

  • - Charlotte. - praticamente rosno, sentindo meu sangue ferver de raiva. - Eu deveria saber...
  • - Charlotte? - exclamo incrédula. - Mas o que...
  • - Duquesa. - cumprimento irônica, "retribuindo" o sorriso.

- Oh, querida Marie. - ela acaricia seu rosto. Você, com as mãos amarradas, não podia fazer nada. - Você nunca desconfiou? Ou já sabia? - ela ri.
Desvio o olhar, me recusando a acreditar.
- Por que está fazendo isso? - pergunto por fim.
- Por que? - ela aperta seu rosto, o sorriso desaparecendo. - Aquele trono... Aquela coroa... Aquele poder... Tudo aquilo deveria ser meu! - ela solta e te dá um tapa ardido na bochecha, além das marcas de unhas que se formaram em seu queixo.
A loira se afasta, encarando a janela.
- Quando minha irmã se casou com aquele idiota do seu pai, eu não poderia ficar mais feliz. Ela é infértil, ou seja... Sem herdeiros, o trono cairia nas mãos de Louis. E com o trono nas mãos do meu filho, eu poderia induzi-lo a fazer o que eu desejasse. - você arregala os olhos com aquela informação.
Louis. Havia se esquecido completamente.
- Ele sabe? - pergunta imediatamente. Teria ele te enganado todo esse tempo?
- Mas então, você chegou. - continua ela, sem te responder. - Tão tola... Tão jovem. Não sabia nem ao menos fazer uma reverência. Como eu poderia permitir que uma qualquer tomasse meu trono e estragasse meu plano?
Ela volta a se aproximar de você.
- Eu sabotei o exame de DNA, mas aquele médico idiota estragou tudo. Eu organizei o ataque no desfile, mas os soldados conseguiram te salvar. Agora dessa vez... Ninguém vai me impedir de acabar com você. - ela tira uma faca das vestes. - Oh, querida Marie. - ela acaricia seu rosto. Você, com as mãos amarradas, não podia fazer nada. - Você nunca desconfiou? Ou já sabia? - ela ri.
Desvio o olhar, me recusando a acreditar.
- Por que está fazendo isso? - pergunto por fim.
- Por que? - ela aperta seu rosto, o sorriso desaparecendo. - Aquele trono... Aquela coroa... Aquele poder... Tudo aquilo deveria ser meu! - ela solta e te dá um tapa ardido na bochecha, além das marcas de unhas que se formaram em seu queixo.
A loira se afasta, encarando a janela.
- Quando minha irmã se casou com aquele idiota do seu pai, eu não poderia ficar mais feliz. Ela é infértil, ou seja... Sem herdeiros, o trono cairia nas mãos de Louis. E com o trono nas mãos do meu filho, eu poderia induzi-lo a fazer o que eu desejasse. - você arregala os olhos com aquela informação.
Louis. Havia se esquecido completamente.
- Ele sabe? - pergunta imediatamente. Teria ele te enganado todo esse tempo?
- Mas então, você chegou. - continua ela, sem te responder. - Tão tola... Tão jovem. Não sabia nem ao menos fazer uma reverência. Como eu poderia permitir que uma qualquer tomasse meu trono e estragasse meu plano?
Ela volta a se aproximar de você.
- Eu sabotei o exame de DNA, mas aquele médico idiota estragou tudo. Eu organizei o ataque no desfile, mas os soldados conseguiram te salvar. Agora dessa vez... Ninguém vai me impedir de acabar com você. - ela tira uma faca das vestes.

  • - Você é um monstro. - digo com lágrimas nos olhos.
  • Cuspo no rosto dela, fervendo de ódio.
  • Não digo nada, apenas a encaro ferozmente. Não desvio o olhar.

Charlotte crava a faca em sua coxa, te fazendo urrar de dor.
No mesmo instante, um dos homens pega a arma e começa a atirar nos demais.
Dois se aproximam rapidamente, escoltando a duquesa para longe da zona de perigo. Os demais tentam revidar, mas não conseguem sobreviver.
Você se joga pro lado para evitar ser atingida, caindo no chão.
Os barulhos param tão repentinamente quanto começaram.
- Marie! - você soltaria um suspiro de alívio ao reconhecer a voz, mas não conseguia se concentrar em mais nada além da enorme dor que estava sentindo.
- Thomas. - murmura em meio a grunhidos de dor.
- Calma. Respire. - ele se ajoelha ao seu lado. - Isso pode doer um pouco.
Você grita quando ele arranca a faca de sua coxa, fazendo mais sangue escorrer. Lágrimas de dor escorrem pelas suas bochechas.
- Droga, não tenho nada pra aliviar isso aqui. - ele olha ao redor e rasga um pedaço da camiseta de um dos homens caídos no chão. Cuidadosamente, enrola ao redor do ferimento, estancando o sangue. - Isso deve ajudar por enquanto.
- Obrigada. - agradeço, ofegante.
Ele apenas sorri, mas a preocupação em seu rosto é evidente, Sempre com extremo cuidado, ele te ajuda a se levantar, te apoiando dele.
- Temos que sair daqui rápido. - ele analisa o local, procurando rotas de fuga ou mais homens a caminho. - Acha que consegue andar?
Você assente, determinada, mas ao primeiro passo, fraqueja, mesmo apoiada em Thomas. Não cai novamente apenas porque o moreno te segura.
- Okay, eu vou ter que te levar. - te ergue do chão, segurando-o em seu colo, e caminha o mais rápido possível para um alçapão no canto do quarto.
O caminho leva a uma escada escura, que o soldado desce rapidamente. Você grita quando alguns tiros são ouvidos, mas nenhum lhes acerta. Charlotte crava a faca em sua coxa, te fazendo urrar de dor.
No mesmo instante, um dos homens pega a arma e começa a atirar nos demais.
Dois se aproximam rapidamente, escoltando a duquesa para longe da zona de perigo. Os demais tentam revidar, mas não conseguem sobreviver.
Você se joga pro lado para evitar ser atingida, caindo no chão.
Os barulhos param tão repentinamente quanto começaram.
- Marie! - você soltaria um suspiro de alívio ao reconhecer a voz, mas não conseguia se concentrar em mais nada além da enorme dor que estava sentindo.
- Thomas. - murmura em meio a grunhidos de dor.
- Calma. Respire. - ele se ajoelha ao seu lado. - Isso pode doer um pouco.
Você grita quando ele arranca a faca de sua coxa, fazendo mais sangue escorrer. Lágrimas de dor escorrem pelas suas bochechas.
- Droga, não tenho nada pra aliviar isso aqui. - ele olha ao redor e rasga um pedaço da camiseta de um dos homens caídos no chão. Cuidadosamente, enrola ao redor do ferimento, estancando o sangue. - Isso deve ajudar por enquanto.
- Obrigada. - agradeço, ofegante.
Ele apenas sorri, mas a preocupação em seu rosto é evidente, Sempre com extremo cuidado, ele te ajuda a se levantar, te apoiando dele.
- Temos que sair daqui rápido. - ele analisa o local, procurando rotas de fuga ou mais homens a caminho. - Acha que consegue andar?
Você assente, determinada, mas ao primeiro passo, fraqueja, mesmo apoiada em Thomas. Não cai novamente apenas porque o moreno te segura.
- Okay, eu vou ter que te levar. - te ergue do chão, segurando-o em seu colo, e caminha o mais rápido possível para um alçapão no canto do quarto.
O caminho leva a uma escada escura, que o soldado desce rapidamente. Você grita quando alguns tiros são ouvidos, mas nenhum lhes acerta.

  • - Já é a segunda vez que salva a minha vida desde que nos conhecemos. - brinco, tentando ignorar a imensa dor.
  • - Como me achou? - pergunto, encarando-o.
  • - Eu não sei o que eu faria se você não estivesse aqui. - confesso, grata. - Provavelmente estaria morta.

A escada leva a um escuro corredor de pedra, com uma porta no fim. Quando passam por ela, você franze a testa.
- Mar? - pergunta confusa. - Não tem água em Paris. Onde estamos? Como eu vim parar tão longe em uma noite?
O castelo ficava na capital francesa, Paris.
- Já se passaram dois dias. - afirma ele, te encarando preocupado, mas sem parar de correr. Seus olhos se arregalam. - Acho que te deram alguma coisa para que dormisse. A escada leva a um escuro corredor de pedra, com uma porta no fim. Quando passam por ela, você franze a testa.
- Mar? - pergunta confusa. - Não tem água em Paris. Onde estamos? Como eu vim parar tão longe em uma noite?
O castelo ficava na capital francesa, Paris.
- Já se passaram dois dias. - afirma ele, te encarando preocupado, mas sem parar de correr. Seus olhos se arregalam. - Acho que te deram alguma coisa para que dormisse.

  • - Ah, meu Deus. - exclamo espantada.
  • - Me diga que ainda estamos na França. - pergunto temerosa. Pra onde aquela doida me trouxe? - Sim, eu acho. - diz ele.

Thomas corre pela praia, se afastando cada vez mais da casa onde estavam. De longe, consegue perceber que a construção, feita quase toda de madeira e pedra, possui dois andares e fica literalmente no meio do nada, quase em cima do oceano.
- Droga! - exclama ao ver alguns homens saindo da casa, andando rapidamente em sua direção. - Thomas, eles estão vindo!
O soldado olha para trás, diminuindo a velocidade. Ele pega a arma na cintura com uma das mãos, te segurando com a outra, e atira certeiramente.
Te puxa pro chão quando alguns começam a atirar, mas rapidamente aniquila todos. Você se surpreende com as habilidades do soldado.
- Acho que consigo andar agora. - anuncia, se sentindo mal por precisar ser carregada.
- Certeza? - pergunta preocupado.
- Sim. - você consegue caminhar numa velocidade razoavelmente boa, mas precisa se apoiar firmemente em Thomas. Thomas corre pela praia, se afastando cada vez mais da casa onde estavam. De longe, consegue perceber que a construção, feita quase toda de madeira e pedra, possui dois andares e fica literalmente no meio do nada, quase em cima do oceano.
- Droga! - exclama ao ver alguns homens saindo da casa, andando rapidamente em sua direção. - Thomas, eles estão vindo!
O soldado olha para trás, diminuindo a velocidade. Ele pega a arma na cintura com uma das mãos, te segurando com a outra, e atira certeiramente.
Te puxa pro chão quando alguns começam a atirar, mas rapidamente aniquila todos. Você se surpreende com as habilidades do soldado.
- Acho que consigo andar agora. - anuncia, se sentindo mal por precisar ser carregada.
- Certeza? - pergunta preocupado.
- Sim. - você consegue caminhar numa velocidade razoavelmente boa, mas precisa se apoiar firmemente em Thomas.

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Vocês caminham pelo que parecem horas, até se aproximar de uma floresta em meio a poucas montanhas. A noite chega e, com ela, decidem parar para descansar em meio as árvores.
- Você está bem? - pergunta Thomas, te ajudando a se sentar, apoiada em uma árvore.
- Não, mas vou ficar. - responde sincera, suspirando.
- Estamos em algum lugar por perto de Le Havre. - declara ele, sentando ao seu lado. - Eu ouvi um barulho pouco depois de te deixar no quarto. Eu ainda estava bem perto. Quando voltei, Charlotte e alguns homens estavam te colocando dentro de um saco. - conta.
- E quanto a Sophie? - pergunta preocupada. Como sua criada, Sophie sempre ficava em seu quarto e, naquele dia, ela já havia saído do salão onde ocorrera a festa.
Você vê o punho de Thomas se fechar.
- Fizeram alguma coisa com ela. Estava caída no chão do seu quarto, desmaiada. - você acaba de odiar Charlotte ainda mais, se é que era possível. - Mas ela já está melhor. Chamei outros guardas para ajudar minha irmã e, discretamente, segui a duquesa até aqui. - ela passa a mão pelos cabelos, frustrado. - Eu deveria ter atacado antes.
- Não teria chances. - repreendo. - Atacou na hora certa. Se não fosse por você, eu estaria morta agora. - ele solta uma pequena risada. - Você salvou minha vida. Duas vezes. E vou ser grata a você eternamente por isso. Vocês caminham pelo que parecem horas, até se aproximar de uma floresta em meio a poucas montanhas. A noite chega e, com ela, decidem parar para descansar em meio as árvores.
- Você está bem? - pergunta Thomas, te ajudando a se sentar, apoiada em uma árvore.
- Não, mas vou ficar. - responde sincera, suspirando.
- Estamos em algum lugar por perto de Le Havre. - declara ele, sentando ao seu lado. - Eu ouvi um barulho pouco depois de te deixar no quarto. Eu ainda estava bem perto. Quando voltei, Charlotte e alguns homens estavam te colocando dentro de um saco. - conta.
- E quanto a Sophie? - pergunta preocupada. Como sua criada, Sophie sempre ficava em seu quarto e, naquele dia, ela já havia saído do salão onde ocorrera a festa.
Você vê o punho de Thomas se fechar.
- Fizeram alguma coisa com ela. Estava caída no chão do seu quarto, desmaiada. - você acaba de odiar Charlotte ainda mais, se é que era possível. - Mas ela já está melhor. Chamei outros guardas para ajudar minha irmã e, discretamente, segui a duquesa até aqui. - ela passa a mão pelos cabelos, frustrado. - Eu deveria ter atacado antes.
- Não teria chances. - repreendo. - Atacou na hora certa. Se não fosse por você, eu estaria morta agora. - ele solta uma pequena risada. - Você salvou minha vida. Duas vezes. E vou ser grata a você eternamente por isso.

  • Ele sorri de lado, acariciando meus cabelos. Me aproximo e deposito um beijo calmo em seus lábios, retribuído imediatamente.
  • Nos encaramos profundamente por alguns segundos, antes de iniciar um beijo intenso.
  • Sorrimos um para o outro. Apoio a cabeça em seu ombro, relaxando, enquanto ele segura minha mão e a aperta levemente.

Você acorda subitamente com um barulho. Você e Thomas conversaram por um tempo, mas nem ao menos percebeu quando acabou adormecendo.
- Marie. - ele chama. - Venha. Vamos pra casa.
Abre os olhos lentamente, até que reconhece faróis de carro em meio a floresta.
- Ahn...? - pergunta confusa.
- Eu sou um guarda moderno. - ele tira um telefone do bolso, rindo levemente. - Consegui sinal e chamei reforços.
Com esforço e ajuda do soldado, vocês vão até o carro. Era um modelo discreto, mas relativamente grande, com diversos guardas dentro.
- Meu pai? - pergunta, se acomodando no banco.
- Era muito arriscado, Alteza. Mas não se preocupe, chegaremos logo e poderá vê-lo. - explica um guarda, fechando a porta.
O motorista, então, parte para o castelo. Você volta a dormir aos poucos, ainda com muita dor, mas feliz por estar em segurança. Você acorda subitamente com um barulho. Você e Thomas conversaram por um tempo, mas nem ao menos percebeu quando acabou adormecendo.
- Marie. - ele chama. - Venha. Vamos pra casa.
Abre os olhos lentamente, até que reconhece faróis de carro em meio a floresta.
- Ahn...? - pergunta confusa.
- Eu sou um guarda moderno. - ele tira um telefone do bolso, rindo levemente. - Consegui sinal e chamei reforços.
Com esforço e ajuda do soldado, vocês vão até o carro. Era um modelo discreto, mas relativamente grande, com diversos guardas dentro.
- Meu pai? - pergunta, se acomodando no banco.
- Era muito arriscado, Alteza. Mas não se preocupe, chegaremos logo e poderá vê-lo. - explica um guarda, fechando a porta.
O motorista, então, parte para o castelo. Você volta a dormir aos poucos, ainda com muita dor, mas feliz por estar em segurança.

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- Alteza. - alguém te chama. - Chegamos.
Você acorda, descendo do carro com dificuldade. Muitos guardas, incluindo Thomas, correm para ajudá-la.
Logo na entrada do castelo, seu pai, Elisa, Sophie, Vincent e Louis te esperam, todos parecendo apreensivos.
- Marie! - Anthony corre até você assim que te vê. Te abraça cuidadosamente ao ver que está machucada. - Você está bem? O que aconteceu? Eu fiquei tão preocupado...
Os outros se aproximam. Os guardas se afastam, dando espaço, mas Thomas continua ao seu lado, te segurando.
- Pai! - você retribui o abraço, aliviada. - Eu estou bem. Está tudo bem.
Assim que ele te solta, Elisa e Sophie se aproximam para te abraçar.
- Que bom que você está bem. - suspira Sophie, aliviada.
Assim que ela se afasta, você se volta para outra pessoa, encarando-a.
- Você sabia? - pergunta friamente, fuzilando Louis com o olhar.
- Do que? - pergunta confuso.
- Não se faça de desentendido! - rosna Thomas, mas você o cala com um gesto.
- Você sabia? - repete.
O loiro suspira.
- Ela nunca gostou de você, mas não imaginei que chegaria a esse ponto. - confessa, desviando o olhar.
- Do que estão falando? - pergunta o rei.
- Foi a Charlotte. - você declara. Todos, menos Louis, soltam exclamações de surpresa.
- O que? - seu pai e Elisa começam a falar ao mesmo tempo, espantados. - Mas como...? Ela havia dito que iria resolver assuntos pessoais.
- Já chega. - exclama, cansada. - Eu explico depois. Agora, eu preciso de um médico. - indica a perna machucada, ainda enfaixada com um pedaço de pano.
- Claro. - seu pai faz sinal e alguns médicos se aproximam rapidamente, te colocando em uma maca. - Obrigada por salvar a vida dela. - declara, se voltando para Thomas.
Você não escuta sua resposta, pois já está sendo levada para a enfermaria. - Alteza. - alguém te chama. - Chegamos.
Você acorda, descendo do carro com dificuldade. Muitos guardas, incluindo Thomas, correm para ajudá-la.
Logo na entrada do castelo, seu pai, Elisa, Sophie, Vincent e Louis te esperam, todos parecendo apreensivos.
- Marie! - Anthony corre até você assim que te vê. Te abraça cuidadosamente ao ver que está machucada. - Você está bem? O que aconteceu? Eu fiquei tão preocupado...
Os outros se aproximam. Os guardas se afastam, dando espaço, mas Thomas continua ao seu lado, te segurando.
- Pai! - você retribui o abraço, aliviada. - Eu estou bem. Está tudo bem.
Assim que ele te solta, Elisa e Sophie se aproximam para te abraçar.
- Que bom que você está bem. - suspira Sophie, aliviada.
Assim que ela se afasta, você se volta para outra pessoa, encarando-a.
- Você sabia? - pergunta friamente, fuzilando Louis com o olhar.
- Do que? - pergunta confuso.
- Não se faça de desentendido! - rosna Thomas, mas você o cala com um gesto.
- Você sabia? - repete.
O loiro suspira.
- Ela nunca gostou de você, mas não imaginei que chegaria a esse ponto. - confessa, desviando o olhar.
- Do que estão falando? - pergunta o rei.
- Foi a Charlotte. - você declara. Todos, menos Louis, soltam exclamações de surpresa.
- O que? - seu pai e Elisa começam a falar ao mesmo tempo, espantados. - Mas como...? Ela havia dito que iria resolver assuntos pessoais.
- Já chega. - exclama, cansada. - Eu explico depois. Agora, eu preciso de um médico. - indica a perna machucada, ainda enfaixada com um pedaço de pano.
- Claro. - seu pai faz sinal e alguns médicos se aproximam rapidamente, te colocando em uma maca. - Obrigada por salvar a vida dela. - declara, se voltando para Thomas.
Você não escuta sua resposta, pois já está sendo levada para a enfermaria.

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~09:22
Já havia se passado um dia desde seu retorno ao palácio. Você estava se recuperando bem, graças aos excelentes médicos que o palácio possuía.
Toda a história havia sido explicada para o rei, que imediatamente mandou guardas atrás da Duquesa.
Segundo Sophie, afinal você estava internada na ala hospitalar, Louis foi considerado inocente, pois ele afirmou não saber sobre o sequestro. Porém, ele ainda não havia vindo te ver.
Thomas havia sido promovido e agora, era um general. Assim como Vincent, o soldado veio te visitar o mais cedo possível.
Sophie ficava ao seu lado quase o dia todo, te deixando atualizada das novidades. A propósito, era exatamente isso que estava fazendo agora.
- ... vão investigar Elisa também, mas apenas por segurança. Seu pai tem certeza de que ela não estava envolvida em nada. Bom, é o que ela diz. - informa sua criada.
Batidas na porta chamam a atenção de vocês.
- Alteza. Você tem visita. - anuncia um médico. Pouco depois, Louis entra na sala.
- Soph, nos dê um momento. - você pede. Imediatamente, a morena deixa o quarto. ~09:22
Já havia se passado um dia desde seu retorno ao palácio. Você estava se recuperando bem, graças aos excelentes médicos que o palácio possuía.
Toda a história havia sido explicada para o rei, que imediatamente mandou guardas atrás da Duquesa.
Segundo Sophie, afinal você estava internada na ala hospitalar, Louis foi considerado inocente, pois ele afirmou não saber sobre o sequestro. Porém, ele ainda não havia vindo te ver.
Thomas havia sido promovido e agora, era um general. Assim como Vincent, o soldado veio te visitar o mais cedo possível.
Sophie ficava ao seu lado quase o dia todo, te deixando atualizada das novidades. A propósito, era exatamente isso que estava fazendo agora.
- ... vão investigar Elisa também, mas apenas por segurança. Seu pai tem certeza de que ela não estava envolvida em nada. Bom, é o que ela diz. - informa sua criada.
Batidas na porta chamam a atenção de vocês.
- Alteza. Você tem visita. - anuncia um médico. Pouco depois, Louis entra na sala.
- Soph, nos dê um momento. - você pede. Imediatamente, a morena deixa o quarto.

  • Cruzo os braços e ergo uma sobrancelha, esperando que ele diga algo.
  • - Só não te dou um merecido tapa porque não posso levantar daqui. Mas se eu pudesse, esse seu nariz perfeito já estaria quebrado. - digo ameaçadora.
  • - O que você está fazendo aqui? - exclamo irritada.

Ele suspira, sentando-se na cadeira ao lado da cama, onde antes estava Sophie.
- Eu quero que saiba que eu não tive nada a ver com isso. - declara, te encarando.
- Não? - você pergunta, irônica, e ele bufa.
- Será que pode me deixar falar?! - você revira os olhos. - Minha mãe nunca gostou de você. Ela dizia que você estragou minha chance de subir ao trono, mas sinceramente, eu nunca quis uma coroa. Eu gostava de você. Ainda gosto.
Você ergue uma sobrancelha, mas não diz nada, incentivando-o a continuar.
- Eu não sabia do ataque nem do exame. Mas antes da festa, ela me disse... "Não se preocupe, querido. Isso acaba hoje". Eu não a vi mais depois disso. Quando perguntei a tia Elisa, ela me disse que minha mãe havia saído pra resolver alguns problemas. "Ela não te contou?", perguntou ela. Mas ela não havia dito nada. - ele suspira. - Quando eu soube do seu sumiço, desconfiei na hora. Mas, caramba, ela é minha mãe! Eu tentei dizer pra mim mesmo que era paranoia minha, que não tinha nada a ver uma coisa com a outra. Porque eu não queria acreditar que minha mãe era capaz de fazer uma coisa tão cruel assim.
Ele se levanta, aproximando-se de você.
- Mas fez. E eu juro, Marie, se eu soubesse, teria impedido. - declara, te encarando. Ele suspira, sentando-se na cadeira ao lado da cama, onde antes estava Sophie.
- Eu quero que saiba que eu não tive nada a ver com isso. - declara, te encarando.
- Não? - você pergunta, irônica, e ele bufa.
- Será que pode me deixar falar?! - você revira os olhos. - Minha mãe nunca gostou de você. Ela dizia que você estragou minha chance de subir ao trono, mas sinceramente, eu nunca quis uma coroa. Eu gostava de você. Ainda gosto.
Você ergue uma sobrancelha, mas não diz nada, incentivando-o a continuar.
- Eu não sabia do ataque nem do exame. Mas antes da festa, ela me disse... "Não se preocupe, querido. Isso acaba hoje". Eu não a vi mais depois disso. Quando perguntei a tia Elisa, ela me disse que minha mãe havia saído pra resolver alguns problemas. "Ela não te contou?", perguntou ela. Mas ela não havia dito nada. - ele suspira. - Quando eu soube do seu sumiço, desconfiei na hora. Mas, caramba, ela é minha mãe! Eu tentei dizer pra mim mesmo que era paranoia minha, que não tinha nada a ver uma coisa com a outra. Porque eu não queria acreditar que minha mãe era capaz de fazer uma coisa tão cruel assim.
Ele se levanta, aproximando-se de você.
- Mas fez. E eu juro, Marie, se eu soubesse, teria impedido. - declara, te encarando.

  • - Você sabia. - murmuro, irritada. - E não fez nada. Você é um idiota, Louis! - ele grunhe, se afastando. - Eu acabei de explicar que não sabia! - esbraveja. - Saia agora desse quarto! - ordeno enfurecida. Nos encaramos, trocando olhares de ódio, por alguns minutos. Até que ele sai, sem dizer mais nada.
  • - Sinto muito por isso. - suspiro, desviando o olhar. - Não é culpa sua. - diz ele, com um leve sorriso triste. Lentamente, nos aproximamos, encostando nossos lábios em um beijo delicado.
  • - Sendo assim... Acho que posso te perdoar. - declaro com um leve sorriso. Ele retribui, contente.
𝐂𝐨𝐧𝐭𝐢𝐧𝐮𝐚... 🌹 Refazer

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