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As Feiticeiras (9/12) 🔮

As Feiticeiras (9/12) 🔮

Tags : Feiticeiras As Feiticeiras Bruxas Fantasia magia Quiz RPG

↪ Essa é a parte 9; para entender melhor, sugiro que faça as anteriores
↪ Quiz estilo RPG
↪ Terão 12 partes
↪ Novas partes toda terça e quinta!
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Novamente, passando para explicar o final da parte anterior, pois recebi comentários dizendo que estava confuso!
Dois finais possíveis para a parte 8:
- Lunna ficou irritada por Sasha ter atacado Mia; Lunna e Mia conversaram (se elas estavam brigadas, fizeram as pazes); Lunna decidiu sair dos Revolucionários.
- Lunna não entendeu o motivo do ataque a Mia, mas não ficou irritada; Lunna e Mia brigaram; Lunna vai continuar nos Revolucionários.

Espero que tenham entendido. Qualquer coisa, podem chamar no Instagram, como sempre!
Vamos a parte de hoje... Novamente, passando para explicar o final da parte anterior, pois recebi comentários dizendo que estava confuso!
Dois finais possíveis para a parte 8:
- Lunna ficou irritada por Sasha ter atacado Mia; Lunna e Mia conversaram (se elas estavam brigadas, fizeram as pazes); Lunna decidiu sair dos Revolucionários.
- Lunna não entendeu o motivo do ataque a Mia, mas não ficou irritada; Lunna e Mia brigaram; Lunna vai continuar nos Revolucionários.

Espero que tenham entendido. Qualquer coisa, podem chamar no Instagram, como sempre!
Vamos a parte de hoje...

  • .
  • .

~Na manhã seguinte...
(SE LUNNA ESCOLHEU CONTINUAR NOS REVOLUCIONÁRIOS, PULE ESSA PARTE)
A primeira coisa que Lunna fez ao levantar foi correr até seu pai, decidida a contar tudo - mais uma vez. Daquela vez ele teria que acreditar na mesma, certo?
- Pai, precisamos conversar. Dessa vez é sério. - declarou ao entrar na sala de jantar para o café, apressada. - É sobre a Sash...
Ela parou, surpresa, ao lado das portas abertas. Na mesa, ao lado do rei, estava a própria Sasha.
- Bom dia, querida. - ela sorriu docemente. - Algum problema? ~Na manhã seguinte...
(SE LUNNA ESCOLHEU CONTINUAR NOS REVOLUCIONÁRIOS, PULE ESSA PARTE)
A primeira coisa que Lunna fez ao levantar foi correr até seu pai, decidida a contar tudo - mais uma vez. Daquela vez ele teria que acreditar na mesma, certo?
- Pai, precisamos conversar. Dessa vez é sério. - declarou ao entrar na sala de jantar para o café, apressada. - É sobre a Sash...
Ela parou, surpresa, ao lado das portas abertas. Na mesa, ao lado do rei, estava a própria Sasha.
- Bom dia, querida. - ela sorriu docemente. - Algum problema?

  • - Bom dia só se for pra você. - disparou, ríspida, se voltando para Dylan novamente. - Pai, eu...
  • - Sasha. - cumprimentou, rude. - Pai, podemos falar em particular?
  • LUNNA VAI CONTINUAR NOS REVOLUCIONÁRIOS

(SE LUNNA ESCOLHEU SAIR DOS REVOLUCIONÁRIOS, PULE ESSA PARTE)
Após acordar e fazer suas higienes matinais, a princesa das trevas caminhou até a sala de jantar para o café da manhã, como de costume.
- Pai. Tia. - cumprimentou com um sorriso mínimo ao entrar no local, sentando-se. - Bom dia.
- Bom dia, querida. - Sasha sorriu. (SE LUNNA ESCOLHEU SAIR DOS REVOLUCIONÁRIOS, PULE ESSA PARTE)
Após acordar e fazer suas higienes matinais, a princesa das trevas caminhou até a sala de jantar para o café da manhã, como de costume.
- Pai. Tia. - cumprimentou com um sorriso mínimo ao entrar no local, sentando-se. - Bom dia.
- Bom dia, querida. - Sasha sorriu.

  • .
  • LUNNA VAI SAIR DOS REVOLUCIONÁRIOS

(INDEPENDENTEMENTE DE SUA ESCOLHA NAS PERGUNTAS ANTERIORES, PROSSIGA)
Para o choque da mais nova, Dylan ergueu a cabeça, mostrando um sorriso vazio e sem ânimo.
- Bom dia, Lunna. - ele a encarou, mas parecia olhar através da filha. - Algum problema?
O que mais desestabilizou a princesa foram os olhos. Os olhos de seu pai não estavam verde-escuros, como de costume.
Estavam vermelhos como sangue. (INDEPENDENTEMENTE DE SUA ESCOLHA NAS PERGUNTAS ANTERIORES, PROSSIGA)
Para o choque da mais nova, Dylan ergueu a cabeça, mostrando um sorriso vazio e sem ânimo.
- Bom dia, Lunna. - ele a encarou, mas parecia olhar através da filha. - Algum problema?
O que mais desestabilizou a princesa foram os olhos. Os olhos de seu pai não estavam verde-escuros, como de costume.
Estavam vermelhos como sangue.

  • - O que você fez com ele? - questionou ameaçadora, se voltando para a tia completamente furiosa.
  • - Pai? - chamou, preocupada.
  • - Explique isso. - ordenou, com uma ameaça clara no olhar, se virando para a tia.

- Não se preocupe. Não é nada de mais. - ela deu de ombros, com uma expressão inocente. - Eu, particularmente, acho melhor assim, não concorda? Ele é muito mais compreensivo dessa maneira. Até concordou em emprestar soldados para os Revolucionários...
- Sua bruxa! - gritou a princesa, se levantando. - Guardas...
- Não, não. - Sasha também se levantou, tranquilamente. - Eles não te obedecem mais. Pensei que estivesse do meu lado, querida...
- Como...? - Lunna se virou para os dois guardas parados a porta. Ambos estavam exatamente como Dylan: olhos vermelhos e expressão vazia.
- Os que não aceitaram por espontânea vontade, aceitaram por magia. - esclareceu. - Não são só os feiticeiros das trevas que podem hipnotizar; qualquer feiticeiro pode. É feito por meio de poções... Mas muito avançado para o seu nível, sinto lhe informar.
(IGNORE ESSA PARTE SE LUNNA NÃO ESTAVA PARTICIPANDO DOS REVOLUCIONÁRIOS)
- Eu estava do seu lado até você decidir simplesmente atacar a minha irmã e o meu pai. - explicou, fria.
(FIM DA PARTE A SER IGNORADA)
- A propósito, se quer sair daqui viva, é melhor me hipnotizar também. - ameaçou, enchendo as mãos de magia das trevas. A mulher gargalhou.
- Você não me assusta. Sabe que não pode me derrotar. Não sozinha. - sorriu, maléfica. - É uma pena. Iria ser tão útil pra nós...
Ela fez um sinal para os guardas. Imediatamente, mais deles adentraram a sala, entre estes Serena e Tyler. Após, fecharam a porta.
- Eu bem que gostaria de te hipnotizar, sabe. - continuou Sasha. - Mas aquela profecia, acho que já deve saber sobre, me impede. Você é realmente muito poderosa... Tem certeza do que está fazendo?
(IGNORE ESSA PARTE SE LUNNA NÃO SAIU COM TYLER NA NOITE ANTERIOR)
- Você. - Lunna disparou, fuzilando o Dark com os olhos. - Você sabia! Era uma distração!
- Lunna, não é o que está pensando... - começou, parecendo arrependido.
- Eu deveria saber. - ela balançou a cabeça, parecendo magoada. - Você mentiu pra mim! Vocês dois! - completou, dirigindo seu olhar para Serena também.
(FIM DA PARTE A SER IGNORADA)
- Vamos todos nos acalmar. - pediu a Dark, parecendo preocupada. - Podemos resolver com calma, sim?
- Já chega! - esbravejou Sasha, perdendo a paciência. - Eu vou perguntar só mais essa vez. Vai se juntar a nós e fazer o que é certo ou ficar do lado da sua irmãzinha idiota?
A mulher lançou um olhar para o irmão, com uma ideia em mente.
- Não se esqueça das consequências... - cantarolou, sorrindo maligna.
Com um movimento de suas mãos, Sasha controlou Dylan para que este criasse um espinho de trevas voltado para seu próprio pescoço. - Não se preocupe. Não é nada de mais. - ela deu de ombros, com uma expressão inocente. - Eu, particularmente, acho melhor assim, não concorda? Ele é muito mais compreensivo dessa maneira. Até concordou em emprestar soldados para os Revolucionários...
- Sua bruxa! - gritou a princesa, se levantando. - Guardas...
- Não, não. - Sasha também se levantou, tranquilamente. - Eles não te obedecem mais. Pensei que estivesse do meu lado, querida...
- Como...? - Lunna se virou para os dois guardas parados a porta. Ambos estavam exatamente como Dylan: olhos vermelhos e expressão vazia.
- Os que não aceitaram por espontânea vontade, aceitaram por magia. - esclareceu. - Não são só os feiticeiros das trevas que podem hipnotizar; qualquer feiticeiro pode. É feito por meio de poções... Mas muito avançado para o seu nível, sinto lhe informar.
(IGNORE ESSA PARTE SE LUNNA NÃO ESTAVA PARTICIPANDO DOS REVOLUCIONÁRIOS)
- Eu estava do seu lado até você decidir simplesmente atacar a minha irmã e o meu pai. - explicou, fria.
(FIM DA PARTE A SER IGNORADA)
- A propósito, se quer sair daqui viva, é melhor me hipnotizar também. - ameaçou, enchendo as mãos de magia das trevas. A mulher gargalhou.
- Você não me assusta. Sabe que não pode me derrotar. Não sozinha. - sorriu, maléfica. - É uma pena. Iria ser tão útil pra nós...
Ela fez um sinal para os guardas. Imediatamente, mais deles adentraram a sala, entre estes Serena e Tyler. Após, fecharam a porta.
- Eu bem que gostaria de te hipnotizar, sabe. - continuou Sasha. - Mas aquela profecia, acho que já deve saber sobre, me impede. Você é realmente muito poderosa... Tem certeza do que está fazendo?
(IGNORE ESSA PARTE SE LUNNA NÃO SAIU COM TYLER NA NOITE ANTERIOR)
- Você. - Lunna disparou, fuzilando o Dark com os olhos. - Você sabia! Era uma distração!
- Lunna, não é o que está pensando... - começou, parecendo arrependido.
- Eu deveria saber. - ela balançou a cabeça, parecendo magoada. - Você mentiu pra mim! Vocês dois! - completou, dirigindo seu olhar para Serena também.
(FIM DA PARTE A SER IGNORADA)
- Vamos todos nos acalmar. - pediu a Dark, parecendo preocupada. - Podemos resolver com calma, sim?
- Já chega! - esbravejou Sasha, perdendo a paciência. - Eu vou perguntar só mais essa vez. Vai se juntar a nós e fazer o que é certo ou ficar do lado da sua irmãzinha idiota?
A mulher lançou um olhar para o irmão, com uma ideia em mente.
- Não se esqueça das consequências... - cantarolou, sorrindo maligna.
Com um movimento de suas mãos, Sasha controlou Dylan para que este criasse um espinho de trevas voltado para seu próprio pescoço.

  • - Não fale assim da minha irmã. - pediu Lunna, séria. - E, pelos Deuses, mande ele abaixar isso. Eu nunca disse que iria sair dos Revolucionários. Só não aprovei a sua atitude. // Sasha ergueu uma sobrancelha, parecendo realmente surpresa. // - Então vai continuar... Por pura e espontânea vontade? // - É claro! - para a surpresa dos Dark, Lunna abriu um sorriso maléfico igual ao da tia, o que as deixou extremamente parecidas. - Mia não entende. Você, sim. // - Ótimo! - Sasha pareceu extremamente satisfeita, fazendo com que Dylan destruísse o espinho com outro movimento. - Eu sabia que poderia contar com você, querida. Será uma ótima rainha para nossa nova era. // - Serei. - concordou, superior, dando um rápido abraço na tia. // Serena e Tyler se entreolharam, preocupados. (SÓ ESCOLHA ESSA OPÇÃO SE LUNNA PRETENDE CONTINUAR NOS REVOLUCIONÁRIOS)
  • - Não! - gritou, entrando em pânico. - Eu vou com você. Eu aceito e faço tudo o que você mandar, mas por favor, não o machuque. - pediu, sabendo que não conseguiria vencer a tia e mais os outros muitos guardas. // - Boa escolha. - elogiou, sorrindo, fazendo com que Dylan destruísse o espinho. - Levem-na até as masmorras. - ordenou a alguns dos guardas. // Com um último olhar preocupado para o pai, Lunna seguiu os soldados controlados pela tia, a contragosto.
  • Com um movimento rápido, Lunna criou uma parede de sombras ao redor do pai, protegendo-o. // - Não se atreva a machucá-lo. - ameaçou, completamente furiosa. - Eu nunca vou ficar do seu lado. // - Muito bem, então escolheu o lado difícil. Tolinha. - Sasha suspirou, parecendo realmente decepcionada. - Eu poderia matá-lo agora mesmo se quisesse, mas Dylan é uma peça importante do tabuleiro. // Com um movimento da mão, usou sua própria magia somada a do irmão para destruir a parede feita por Lunna. // - Prendam ela. - ordenou a alguns guardas. // A princesa tentou reagir, mas não foi o suficiente. Os guardas praticamente a arrastaram para fora da sala, se dirigindo as masmorras.

Assim que Lunna se afastou com a maioria dos guardas, deixando apenas Sasha e os irmãos Dark na sala, os mais jovens se entreolharam.
- Isso foi mesmo necessário? - perguntou Serena, cautelosa.
- É claro que foi. - a irmã do rei se virou para a garota. - Está amolecendo, Serena? Eu poderia imaginar algo do tipo vindo de Tyler, mas de você...
O garoto franziu a testa, insatisfeito.
- É fácil falar, não é? - desafiou, encarando Sasha nos olhos.
- Não! -murmurou Serena, tentando conter o irmão, mas era tarde.
- Como disse? - questionou a mulher, ameaçadora. - Não vou permitir que me insulte debaixo do meu teto, Dark. O que foi que aconteceu com vocês?
- Eu estou cansado de ser apenas um peão. - declarou o garoto. - Você é mesmo manipuladora... Éramos apenas crianças quando nos "resgatou", enfiando mentiras na nossa cabeça. Não me importo se foi você quem nos criou! Eu não quero mais isso pra mim.
Ele largou a espada no chão, em sinal de desobediência. Por mais que tivessem seus poderes, os soldados do castelo tinham o costume de andar com espadas, caso necessário.
Sasha apenas bufou, entediada.
- Não faz diferença pra mim E quanto a você? - se virou para Serena.
Tyler encarou a irmã, também esperando uma resposta. A mais nova engoliu em seco.
De um lado, a mulher que considerava sua mãe. Aquela que a acolheu após a morte dos pais e lhe deu abrigo... E um emprego. A mulher que a forçou a trabalhar em um grupo que prometia mudanças boas, mas usaria os métodos errados. Nos olhos de Sasha, ela não via a esperança de um mundo melhor e "justo para todos os tipos de feiticeiros" - via apenas o sentimento de vingança, que a consumia mais e mais a cada dia. Via a mulher que ameaçou matar o próprio irmão na frente da sobrinha. Via uma tirana.
Do outro lado, estava seu irmão, que sempre esteve ao seu lado em todos os momentos. Agora ele havia percebido que, durante toda a sua vida, havia sido manipulado pela mulher que considerava uma mãe, mas não se deixou abalar por isso e fez o que era certo. Nos olhos de Tyler, muito mais amigáveis do que os de Sasha, ela viu amor.
E aquilo foi o suficiente para que Serena tomasse sua decisão.
- Quando entrei nos Revolucionários... Ah, espere, eu nem tive escolha. - ela não poderia deixar de debochar. - Eu imaginava algo totalmente diferente. Eu quero um mundo sem preconceitos... Mas sem superioridade da nossa parte. Eu quero equidade, e não vingança.
Sasha ergueu as sobrancelhas.
- Estou decepcionada... Prendam eles. - ordenou. Imediatamente, guardar surgiram por todos os lados, cercando os irmãos.
Com um último olhar de ódio direcionado a Sasha, ambos saíram da sala com as mãos na cabeça, sendo escoltados por muitos soldados. Assim que Lunna se afastou com a maioria dos guardas, deixando apenas Sasha e os irmãos Dark na sala, os mais jovens se entreolharam.
- Isso foi mesmo necessário? - perguntou Serena, cautelosa.
- É claro que foi. - a irmã do rei se virou para a garota. - Está amolecendo, Serena? Eu poderia imaginar algo do tipo vindo de Tyler, mas de você...
O garoto franziu a testa, insatisfeito.
- É fácil falar, não é? - desafiou, encarando Sasha nos olhos.
- Não! -murmurou Serena, tentando conter o irmão, mas era tarde.
- Como disse? - questionou a mulher, ameaçadora. - Não vou permitir que me insulte debaixo do meu teto, Dark. O que foi que aconteceu com vocês?
- Eu estou cansado de ser apenas um peão. - declarou o garoto. - Você é mesmo manipuladora... Éramos apenas crianças quando nos "resgatou", enfiando mentiras na nossa cabeça. Não me importo se foi você quem nos criou! Eu não quero mais isso pra mim.
Ele largou a espada no chão, em sinal de desobediência. Por mais que tivessem seus poderes, os soldados do castelo tinham o costume de andar com espadas, caso necessário.
Sasha apenas bufou, entediada.
- Não faz diferença pra mim E quanto a você? - se virou para Serena.
Tyler encarou a irmã, também esperando uma resposta. A mais nova engoliu em seco.
De um lado, a mulher que considerava sua mãe. Aquela que a acolheu após a morte dos pais e lhe deu abrigo... E um emprego. A mulher que a forçou a trabalhar em um grupo que prometia mudanças boas, mas usaria os métodos errados. Nos olhos de Sasha, ela não via a esperança de um mundo melhor e "justo para todos os tipos de feiticeiros" - via apenas o sentimento de vingança, que a consumia mais e mais a cada dia. Via a mulher que ameaçou matar o próprio irmão na frente da sobrinha. Via uma tirana.
Do outro lado, estava seu irmão, que sempre esteve ao seu lado em todos os momentos. Agora ele havia percebido que, durante toda a sua vida, havia sido manipulado pela mulher que considerava uma mãe, mas não se deixou abalar por isso e fez o que era certo. Nos olhos de Tyler, muito mais amigáveis do que os de Sasha, ela viu amor.
E aquilo foi o suficiente para que Serena tomasse sua decisão.
- Quando entrei nos Revolucionários... Ah, espere, eu nem tive escolha. - ela não poderia deixar de debochar. - Eu imaginava algo totalmente diferente. Eu quero um mundo sem preconceitos... Mas sem superioridade da nossa parte. Eu quero equidade, e não vingança.
Sasha ergueu as sobrancelhas.
- Estou decepcionada... Prendam eles. - ordenou. Imediatamente, guardar surgiram por todos os lados, cercando os irmãos.
Com um último olhar de ódio direcionado a Sasha, ambos saíram da sala com as mãos na cabeça, sendo escoltados por muitos soldados.

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(SE LUNNA SE JUNTOU A SASHA, PULE ESSA PARTE)
Os Dark foram levados até a parte "normal" das masmorras. Dylan nem fazia ideia de que havia muito mais no castelo, onde os Revolucionários treinavam e se escondiam.
Assim que atingiram uma distância segura de Sasha, descendo as escadas que levavam até as celas, eles se entreolharam. Serena sorriu marota.
Tyler se abaixou enquanto a irmã mais nova lançava espinhos de sombras para todos os lados, atingindo e nocauteando mais da metade dos guardas. Os que sobraram começaram a lutar com o garoto, e outros dois, que tentavam fugir para chamar reforços, foram rapidamente abatidos por Serena.
Ambos, apesar da idade, eram bastante experientes. A própria Sasha os havia treinado. Em pouco tempo, conseguiram derrubar todos os soldados por perto.
- Vamos. - chamou Serena, subindo as escadas novamente, mas o irmão segurou seu braço.
- Espere! - pediu. - Temos que salvar Lunna.
Ela abriu a boca para argumentar, mas a fechou novamente. Torceu os lábios, indecisa, mas suspirou.
- Tudo bem. - cedeu, dando meia volta e descendo com Tyler.
Com a ajuda das sombras, passaram despercebidos por alguns guardas. A cela onde a princesa estava era a última, de segurança máxima, com 6 soldados guardando a entrada. Mais uma vez, se entreolharam antes de atacar.
Disfarçadamente e escondida entre a escuridão, Serena se posicionou atrás dos homens, atingindo dois deles de surpresa. Os restantes imediatamente se viraram para atacá-la, mas Tyler foi mais rápido, nocauteando-os.
Porém, um deles conseguiu lançar um espinho de trevas na direção da garota antes de cair, desmaiado.
- Serena! - gritou Tyler, alarmado. O espinho havia atingido a perna da garota, que caiu no chão com um grito.
- Droga. - xingou em voz baixa, tentando se sentar apoiada na parede. - Estou bem! - tranquilizou o irmão, por mais que não fosse totalmente verdade.
Ele se abaixou ao lado da irmã, analisando o ferimento.
- Isso vai doer. - alertou antes de arrancar o espinho rapidamente. Ela cerrou os dentes, segurando um grito. Na tentativa de estancar o sangue, Tyler rasgou a blusa de um dos guardas, usando o tecido como uma espécie de faixa.
- Tyler? Serena? - chamou Lunna, se aproximando das grades. - O que estão fazendo aqui?
- Viemos te salvar. O que mais seria? - perguntou Serena, sorrindo na tentativa de ignorar a dor.
- Me salvar? Até parece. O que Sasha quer dessa vez? - debochou a princesa, sem acreditar.
- Fomos manipulados como você, acredite. - afirmou Tyler, se levantando para encará-la. - E, olha, sobre ontem a noite...
- Cuidado! - interrompeu, apontando para algo atrás do garoto.
Ao se virar, percebeu que mais guardas se aproximavam. Muitos deles.
Ele se preparou para atacar, mas para sua surpresa, uma barreira de trevas se ergueu entre os três jovens e os guardas.
- Mas o que...? - exclamou, confuso.
- Não vai conseguir sozinho. - alertou Serena, ainda sentada em um canto, usando as paredes de apoio. - Tire ela dali primeiro. Não vou aguentar por muito tempo... - completou, se referindo a parede que logo seria destruída pelos soldados.
Ele assentiu, usando magia para destrancar a porta da cela. Dentro da mesma, não era possível usar qualquer tipo de poder.
Lunna se alongou, contente.
- Obrigada. - agradeceu, encarando ambos. - Mas ainda não confio em vocês.
- Tão teimosa. - Tyler revirou os olhos, novamente se colocando em posição de ataque. (SE LUNNA SE JUNTOU A SASHA, PULE ESSA PARTE)
Os Dark foram levados até a parte "normal" das masmorras. Dylan nem fazia ideia de que havia muito mais no castelo, onde os Revolucionários treinavam e se escondiam.
Assim que atingiram uma distância segura de Sasha, descendo as escadas que levavam até as celas, eles se entreolharam. Serena sorriu marota.
Tyler se abaixou enquanto a irmã mais nova lançava espinhos de sombras para todos os lados, atingindo e nocauteando mais da metade dos guardas. Os que sobraram começaram a lutar com o garoto, e outros dois, que tentavam fugir para chamar reforços, foram rapidamente abatidos por Serena.
Ambos, apesar da idade, eram bastante experientes. A própria Sasha os havia treinado. Em pouco tempo, conseguiram derrubar todos os soldados por perto.
- Vamos. - chamou Serena, subindo as escadas novamente, mas o irmão segurou seu braço.
- Espere! - pediu. - Temos que salvar Lunna.
Ela abriu a boca para argumentar, mas a fechou novamente. Torceu os lábios, indecisa, mas suspirou.
- Tudo bem. - cedeu, dando meia volta e descendo com Tyler.
Com a ajuda das sombras, passaram despercebidos por alguns guardas. A cela onde a princesa estava era a última, de segurança máxima, com 6 soldados guardando a entrada. Mais uma vez, se entreolharam antes de atacar.
Disfarçadamente e escondida entre a escuridão, Serena se posicionou atrás dos homens, atingindo dois deles de surpresa. Os restantes imediatamente se viraram para atacá-la, mas Tyler foi mais rápido, nocauteando-os.
Porém, um deles conseguiu lançar um espinho de trevas na direção da garota antes de cair, desmaiado.
- Serena! - gritou Tyler, alarmado. O espinho havia atingido a perna da garota, que caiu no chão com um grito.
- Droga. - xingou em voz baixa, tentando se sentar apoiada na parede. - Estou bem! - tranquilizou o irmão, por mais que não fosse totalmente verdade.
Ele se abaixou ao lado da irmã, analisando o ferimento.
- Isso vai doer. - alertou antes de arrancar o espinho rapidamente. Ela cerrou os dentes, segurando um grito. Na tentativa de estancar o sangue, Tyler rasgou a blusa de um dos guardas, usando o tecido como uma espécie de faixa.
- Tyler? Serena? - chamou Lunna, se aproximando das grades. - O que estão fazendo aqui?
- Viemos te salvar. O que mais seria? - perguntou Serena, sorrindo na tentativa de ignorar a dor.
- Me salvar? Até parece. O que Sasha quer dessa vez? - debochou a princesa, sem acreditar.
- Fomos manipulados como você, acredite. - afirmou Tyler, se levantando para encará-la. - E, olha, sobre ontem a noite...
- Cuidado! - interrompeu, apontando para algo atrás do garoto.
Ao se virar, percebeu que mais guardas se aproximavam. Muitos deles.
Ele se preparou para atacar, mas para sua surpresa, uma barreira de trevas se ergueu entre os três jovens e os guardas.
- Mas o que...? - exclamou, confuso.
- Não vai conseguir sozinho. - alertou Serena, ainda sentada em um canto, usando as paredes de apoio. - Tire ela dali primeiro. Não vou aguentar por muito tempo... - completou, se referindo a parede que logo seria destruída pelos soldados.
Ele assentiu, usando magia para destrancar a porta da cela. Dentro da mesma, não era possível usar qualquer tipo de poder.
Lunna se alongou, contente.
- Obrigada. - agradeceu, encarando ambos. - Mas ainda não confio em vocês.
- Tão teimosa. - Tyler revirou os olhos, novamente se colocando em posição de ataque.

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  • LUNNA SE JUNTOU A SASHA

(SE LUNNA SE JUNTOU A SASHA, PULE ESSA PARTE)
Com um pouco de esforço, os dois conseguiram derrubar os recém-chegados, que caíram no chão com os outros. Nenhum guarda foi morto - apenas nocauteado.
- Vamos. - instruiu Tyler, ajudando a irmã a se levantar. - Logo virão mais.
- O que aconteceu com a sua perna? - perguntou Lunna, preocupada. Por mais que estivesse irritada com os irmãos, Serena havia sido uma amiga próxima da princesa.
- Espinho. - explicou, dando de ombros. - Nada de mais.
Lunna ergueu uma sobrancelha, também oferecendo apoio para a garota. Com os outros dois a ajudando, Serena conseguiu se levantar e, apoiada neles, andar.
- Eu conheço uma passagem. - declarou o rapaz. - Por aqui.
Os três caminharam o mais rápido possível até a tal passagem, que os levou para fora do castelo. Para a surpresa de Lunna, Moonlight os esperava.
- Esse gato colocou um localizador em você? - esbravejou Tyler, se recuperando do susto. - Cruz credo! Todo lugar que você vai, ele aparece atrás!
A princesa riu.
- Ele é mágico. - explicou. - Minha mãe o escolheu pra ser meio que o meu protetor, quando eu era criança. Estamos conectados.
- E você trate de me respeitar, idiota. - resmungou Moon, fuzilando Tyler com o olhar.
- Tá legal. Pra onde vamos agora? - perguntou Serena, apreensiva.
- Castelo de gelo. - respondeu Lunna sem pensar duas vezes. - Temos que falar com a Mia. Ela disse que mamãe iria convocar uma reunião de emergência...
Os Dark se entreolham, mas concordam.
- Certo. Pra que lado fica... - começou o garoto.
- Aonde pensam que estão indo? - ao reconhecer a voz, se viraram rapidamente.
Sasha e a quantidade equivalente a metade dos soldados daquele castelo estavam parados ali, com espinhos apontados para os quatro. Alguns se moveram lentamente, formando um círculo e cercando os fugitivos.
- Mas que droga! - xingou Lunna. - Não pretende nos deixar em paz?
- Eu esperava mais de vocês. - declarou, fazendo uma expressão de falsa tristeza. - Pensei que seríamos um time... Mas me enganei. Acharam mesmo que conseguiriam fugir de mim?
A contragosto, os três levaram as mãos a cabeça, em sinal de rendição. Moon rosnou.
- Calado, praga. - ordenou a mulher. - Prendam todos. E dessa vez, certifiquem-se de que não haverão fugas.
Sasha apenas observou enquanto muitos guardas levavam os jovens - e o gato - para dentro do castelo mais uma vez. Um sorriso maligno se abriu em seu rosto. (SE LUNNA SE JUNTOU A SASHA, PULE ESSA PARTE)
Com um pouco de esforço, os dois conseguiram derrubar os recém-chegados, que caíram no chão com os outros. Nenhum guarda foi morto - apenas nocauteado.
- Vamos. - instruiu Tyler, ajudando a irmã a se levantar. - Logo virão mais.
- O que aconteceu com a sua perna? - perguntou Lunna, preocupada. Por mais que estivesse irritada com os irmãos, Serena havia sido uma amiga próxima da princesa.
- Espinho. - explicou, dando de ombros. - Nada de mais.
Lunna ergueu uma sobrancelha, também oferecendo apoio para a garota. Com os outros dois a ajudando, Serena conseguiu se levantar e, apoiada neles, andar.
- Eu conheço uma passagem. - declarou o rapaz. - Por aqui.
Os três caminharam o mais rápido possível até a tal passagem, que os levou para fora do castelo. Para a surpresa de Lunna, Moonlight os esperava.
- Esse gato colocou um localizador em você? - esbravejou Tyler, se recuperando do susto. - Cruz credo! Todo lugar que você vai, ele aparece atrás!
A princesa riu.
- Ele é mágico. - explicou. - Minha mãe o escolheu pra ser meio que o meu protetor, quando eu era criança. Estamos conectados.
- E você trate de me respeitar, idiota. - resmungou Moon, fuzilando Tyler com o olhar.
- Tá legal. Pra onde vamos agora? - perguntou Serena, apreensiva.
- Castelo de gelo. - respondeu Lunna sem pensar duas vezes. - Temos que falar com a Mia. Ela disse que mamãe iria convocar uma reunião de emergência...
Os Dark se entreolham, mas concordam.
- Certo. Pra que lado fica... - começou o garoto.
- Aonde pensam que estão indo? - ao reconhecer a voz, se viraram rapidamente.
Sasha e a quantidade equivalente a metade dos soldados daquele castelo estavam parados ali, com espinhos apontados para os quatro. Alguns se moveram lentamente, formando um círculo e cercando os fugitivos.
- Mas que droga! - xingou Lunna. - Não pretende nos deixar em paz?
- Eu esperava mais de vocês. - declarou, fazendo uma expressão de falsa tristeza. - Pensei que seríamos um time... Mas me enganei. Acharam mesmo que conseguiriam fugir de mim?
A contragosto, os três levaram as mãos a cabeça, em sinal de rendição. Moon rosnou.
- Calado, praga. - ordenou a mulher. - Prendam todos. E dessa vez, certifiquem-se de que não haverão fugas.
Sasha apenas observou enquanto muitos guardas levavam os jovens - e o gato - para dentro do castelo mais uma vez. Um sorriso maligno se abriu em seu rosto.

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  • LUNNA SE JUNTOU A SASHA

~Mais tarde, no castelo de gelo...
- ...é mais sério do que eu imaginava. - continuou Mallory. - Precisamos nos preparar. Ao que tudo indica, infelizmente, estamos próximos do início de uma guerra.
Murmúrios foram ouvidos pelo salão.
- Vamos lutar! - encorajou o rei do fogo, batendo o punho fechado na mesa. - Vamos mostrar para eles quem é que manda.
Alguns outros reis concordaram, gritando palavras de apoio.
- E quanto a Dylan e Lunna? - questionou a rainha da água. - Como vamos saber se não estão envolvidos também? ~Mais tarde, no castelo de gelo...
- ...é mais sério do que eu imaginava. - continuou Mallory. - Precisamos nos preparar. Ao que tudo indica, infelizmente, estamos próximos do início de uma guerra.
Murmúrios foram ouvidos pelo salão.
- Vamos lutar! - encorajou o rei do fogo, batendo o punho fechado na mesa. - Vamos mostrar para eles quem é que manda.
Alguns outros reis concordaram, gritando palavras de apoio.
- E quanto a Dylan e Lunna? - questionou a rainha da água. - Como vamos saber se não estão envolvidos também?

  • - Não estão! - declarou Mia, frustrada. - Eu já disse: estão do nosso lado. // - Então por que não estão aqui? - retrucou a rainha do ar. A princesa se calou, sem argumentos. // - Não importa. Com ou sem eles, vamos batalhar e vencer. - interrompeu a rainha da terra. (SÓ ESCOLHA ESSA OPÇÃO SE LUNNA E MIA FIZERAM AS PAZES; LUNNA PRETENDIA SAIR DOS REVOLUCIONÁRIOS)
  • - Estão, sim. - declarou Mia, a contragosto. - Eu vi com meus próprios olhos. Minha irmã está... fora de si. // - Sentimos muito, querida. - disse a rainha da luz, amável, vendo a tristeza da princesa das neves. - É uma pena. // - Bom, com ou sem eles, vamos lutar. E ganhar. - incentivou o rei da água. (SÓ ESCOLHA ESSA OPÇÃO SE LUNNA E MIA BRIGARAM; LUNNA FICOU DO LADO DE SASHA)

- Acredito que irão nos atacar primeiro. - alertou Angeline. - Vamos fazer o possível para levar o confronto até a Floresta do Centro. Não queremos destruição em nenhum dos reinos.
- Ótimo. Nossos soldados podem ajudar. Deixaremos apenas o necessário em nosso reino. - apoiou o rei da luz. Os demais concordaram.
- Faremos o mesmo. - concluiu a rainha da água. - E quanto as crianças?
- Não somos mais crianças! - protestou Alexia.
- É! Podemos ajudar. - insistiu Nataly. Sua mãe bufou.
- O que acha disso? - perguntou o rei da terra, se virando para Mallory. A rainha do gelo havia se tornado uma espécie de líder.
- Não vejo problemas. - para a felicidade dos jovens, ela concordou. - Apenas tomem cuidado. Não queremos nenhum reino sem herdeiros.
Os príncipes e princesas comemoraram.
- Bom, acredito que quanto mais cedo puderem vir, melhor. - aconselhou Angeline. - Não sabemos quando irão atacar. Pode ser hoje ou daqui a algumas semanas.
- Traremos os soldados pela manhã. - afirmou o rei do fogo.
Todos se levantaram, dando fim a reunião formal, mas continuaram a conversar entre si. Chris se aproximou de Mia.
- Sinto muito. - declarou. - Por essa situação com a sua irmã e tudo mais.
- Está tudo bem. - ela deu um sorriso mínimo. - Isso tudo... é loucura. Soldados e estratégias de batalha...
- Isso é uma guerra. - alertou ele, sério. Ao ouvir sua mãe lhe chamar, se despediu de Mia com um beijo na bochecha. - Se cuida.
Ele se afastou. A princesa corou, contendo um sorriso.
Porém, Christian tinha razão. Aquilo era uma guerra.
E estava prestes a começar. - Acredito que irão nos atacar primeiro. - alertou Angeline. - Vamos fazer o possível para levar o confronto até a Floresta do Centro. Não queremos destruição em nenhum dos reinos.
- Ótimo. Nossos soldados podem ajudar. Deixaremos apenas o necessário em nosso reino. - apoiou o rei da luz. Os demais concordaram.
- Faremos o mesmo. - concluiu a rainha da água. - E quanto as crianças?
- Não somos mais crianças! - protestou Alexia.
- É! Podemos ajudar. - insistiu Nataly. Sua mãe bufou.
- O que acha disso? - perguntou o rei da terra, se virando para Mallory. A rainha do gelo havia se tornado uma espécie de líder.
- Não vejo problemas. - para a felicidade dos jovens, ela concordou. - Apenas tomem cuidado. Não queremos nenhum reino sem herdeiros.
Os príncipes e princesas comemoraram.
- Bom, acredito que quanto mais cedo puderem vir, melhor. - aconselhou Angeline. - Não sabemos quando irão atacar. Pode ser hoje ou daqui a algumas semanas.
- Traremos os soldados pela manhã. - afirmou o rei do fogo.
Todos se levantaram, dando fim a reunião formal, mas continuaram a conversar entre si. Chris se aproximou de Mia.
- Sinto muito. - declarou. - Por essa situação com a sua irmã e tudo mais.
- Está tudo bem. - ela deu um sorriso mínimo. - Isso tudo... é loucura. Soldados e estratégias de batalha...
- Isso é uma guerra. - alertou ele, sério. Ao ouvir sua mãe lhe chamar, se despediu de Mia com um beijo na bochecha. - Se cuida.
Ele se afastou. A princesa corou, contendo um sorriso.
Porém, Christian tinha razão. Aquilo era uma guerra.
E estava prestes a começar.

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Em breve a parte 10 estará disponível em meu perfil 💜

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