
História da Psicologia e Educação
Esse quiz é uma atividade para checar os seus conhecimentos. O objetivo é fazermos uma retomada do que foi discutido na aula de hoje, sobre a história da psicologia e educação no Brasil. Vamos começar? Com Carinho, Professora Fabíola
0
0
0
Anúncios
1
O Brasil colônia inaugura um período histórico marcado por:
Expansão das escolas para a população brasileira de forma geral, por meio das "escolas da aldeia"
Prática de de alfabetização, totalmente desvinculada da catequese proposta pelos jesuítas.
Período de síntese cultural, no qual a cultura indígena era validade tanto quanto a cultura dos colonizadores.
Institucionalização da educação brasileira.
2
No Brasil colônia, foi vasta a obra educacional proposta pelos jejuítas. Certamente, deixaram um legado em nosso território. Diante disso, podemos afirmar que:
Antes da chegada dos jejuítas no Brasil, a educação das crianças indígenas não era institucionalizada. Contudo, elas eram educadas numa relação direta com as experiências da vida.
O trabalho educacional dos jejuítas com as crianças indígenas acontecia nos primeiros colégios, construídos no litoral do Brasil.
As práticas educativas propostas pelos jejuítas eram embasadas na ideia de que a criança deveria ter a liberdade para aprender em um contexto de escola não coercitivo.
Antes da chegada dos jesuítas, as crianças indígenas não eram educadas, mas marcadas por um modo de viver selvagem.
3
No Brasil império, D. Pedro II considerou que seria importante criar um projeto de nação independente. Para isso, a educação seria uma proposta necessária a fim de:
Construir escolas em todas as províncias do Brasil, sempre focando a criança.
Civilizar a infância e atuar na produção de corpos dóceis.
Proporcionar às crianças de modo geral a oportunidade de se intelectualizarem.
Expandir a oferta de escolas públicas para todas as crianças brasileiras.
4
Os castigos físicos associados à prática educativa com a criança consistia em uma prática que apresentava:
A associação das práticas educativas com práticas religiosas, ressaltando-se a perspectiva sacrificial do corpo
O desejo dos educadores de prepararem a criança para uma vida comunitária e colaborativa.
A tentativa de estabelecer um controle do corpo infantil, neste caso, quando envolvia a educação de crianças indisciplinadas.
A experiência de que a educação da criança deve ser pensada por meio de práticas de reforço da conduta.
5
Com a proclamação da República em 1889, a educação brasileira se expandiu. O foco principal passa a ser:
Uma escola comprometida com a democracia e o fim das desigualdades.
Uma escola comprometida com o acolhimento das diferenças.
Uma escola que pudesse formar mão de obra.
Uma escola inclusiva, cujo foco era proporcionar educação básica.
6
No final da década de 1920, Helena Antipoff chega a Belo Horizonte e inicia um trabalho de testagem psicológica por meio de um laboratório de Psicologia. Este trabalho resultou no seguinte encaminhamento.
Criação de turmas heterogêneas, cuja concepção era de que as crianças com diferentes formas de dificuldade se ajudariam mutuamente.
Expansão do laboratório de psicologia, de modo que cada escola poderia ter seus próprios recursos de testagem psicológica.
Criação de turmas homogêneas, cuja concepção era de que as crianças com desempenho intelectual parecido aprendiam melhor se estivessem juntas.
Declaração de que as crianças com dificuldades intelectuais não eram educáveis e deveriam ficar sob a responsabilidade das suas famílias.
7
A psicologia educacional protagonizada por Helena Antipoff ficou conhecida como psicologia educacional psicométrica. As principais críticas a essa abordagem estão relacionadas ao fato de:
Reproduzir o modelo cartesiano pautado na ideia de valorização das diferenças.
Proporcionar maior assistência às crianças menos inteligentes, privilegiando-as.
Produzir práticas de classificação e segregação dos estudantes.
Romper com o modelo cientificista da psicologia, propondo uma proposta histórica.
8
A partir da década de 1980, um grupo de psicólogos começaram a produzir discussões mais críticas e reflexivas quanto ao papel da psicologia escolar e educacional. Os principais apontamentos destes psicólogos eram:
A psicologia escolar psicométrica resulta em práticas higienistas.
A psicologia escolar psicométrica é um excelente modelo, mas restrito a poucos.
A psicologia escolar psicométrica é comprometida com a diferença e igualdade.
A psicologia escolar psicométrica problematiza o fracasso escolar dos estudantes.
9
A psicologia escolar crítica no final dos anos 1980, tem como uma das suas principais contribuições:
Propor práticas adaptacionistas e de controle da conduta.
Atualizar o modelo psicométrico da psicologia dos anos 1920 - 1930.
Problematizar o fracasso escolar.
Desenvolver novos recursos psicométricos para as medidas de inteligência.
10
Considerando os momentos da psicologia educacional no Brasil, podemos considerar que eles apresentavam certas práticas predominantes, que foram:
Colônia (Diferenciação); Império (Controle); Início da República (democracia); Pós Ditadura (diferenciação)
Colônia (Higiene);Império (Controle); Início da República (democracia); Pós Ditadura (diferenciação)
Colônia (Diferenciação); Império (Controle); Início da República (democracia); Pós Ditadura (diferenciação)
Colônia (Controle); Império (Higiene); Início da República (Diferenciação); Pós Ditadura (democracia)