Criar Quiz
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ūüćĀQual ser m√≠stico voc√™ seria? ūüćĀ

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Tags : Seres lend√°rios seres misticos Folclore lendas Halloween Mitologia

ūüćĀHi Guys! Hj resolvi trazer esse Quiz de seres m√≠sticos para vcs:3
Criaturas lend√°rias, mitol√≥gicas ou fant√°sticas s√£o criaturas fict√≠cias presentes nas mitologias. Podem estar presentes em certas regi√Ķes do mundo e em outras n√£o, ou ent√£o a mesma criatura pode ter significados ou lendas diferentes em regi√Ķes diferentes...
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[¬į Regras: ¬į}
~ Sem mentir
~ N√£o plagiar
~Nada de bullyngs, palavr√Ķes ou preconceitos
~Sem Spam
~Avisar qualquer erro ortogr√°fico
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[¬į 25 resultados: ¬į]
~Ninfa
~Fênix
~Drag√£o
~Fada
~Sereia
~Unicórnio
~Vampiro
~Lobisomem
~Bruxa
~Duende
~Grifo
~Trit√£o
~Centauro
~Hidra
~Minotauro
~Sleipnir
~Simurgh
~Ciclope
~Quimera
~Deusa
~Deus
~Kraken
~Qilin
~Saci
~G√°rgula

(Enfim, tenha um bom Quiz!!!)
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Desculpe por qualquer erro ortográfico e tenha um ótimo Quiz!

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Você é mais... Você é mais...

  • Extrovertido
  • Introvertido
  • Depende do momento;-;

Você é mais... Você é mais...

  • Otimista
    Otimista
  • Realista
    Realista
  • Pessimista
    Pessimista

Como você reage a mudanças? Como você reage a mudanças?

  • Com facilidade
  • Com dificuldade
  • Depende da mudan√ßa;-;

Você se deixa guiar mais pela... Você se deixa guiar mais pela...

  • Emo√ß√£o
  • Raz√£o
  • Depende da situa√ß√£o;-;

Qual horário você normalmente vai dormir? Qual horário você normalmente vai dormir?

  • Depois da Meia- noite
    Depois da Meia- noite
  • √Ās 23:00 h
    √Ās 23:00 h
  • √Ās 22:00 h
    √Ās 22:00 h
  • Entre 21:00 e 20:00 h
    Entre 21:00 e 20:00 h
  • Antes de 20:00 h
    Antes de 20:00 h
  • n√£o sei que horas eu vou dormir
    n√£o sei que horas eu vou dormir

Qual é o seu gênero Qual é o seu gênero

  • Masculino
  • Feminino
  • Outro...

Você tem facilidade em fazer amizades? Você tem facilidade em fazer amizades?

  • Sim
  • As vezes
  • Raramente
  • N√£o

Você é mais... Você é mais...

  • Focado
  • Distra√≠do
  • Sla;-;

Você perde a paciência com facilidade? Você perde a paciência com facilidade?

  • Sim
  • De vez em quando
  • Raramente
  • N√£o

Você prefere trabalhar em grupo ou sozinho? Você prefere trabalhar em grupo ou sozinho?

  • Em grupo
  • Sozinho
  • Tanto faz;-;

Qual é o seu tipo de humor? Qual é o seu tipo de humor?

  • Bobo
  • Inteligente
  • √Ācido

Você chama atenção por onde passa? Você chama atenção por onde passa?

  • Sim
  • De vez em quando
  • Raramente
  • N√£o

Você pensa mais no... Você pensa mais no...

  • Passado
  • Presente
  • Futuro

Como você se sente quando está sozinho(a)? Como você se sente quando está sozinho(a)?

  • Me sinto bem
  • Me sinto normal
  • Me sinto mal

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Ninfa Refazer

Ninfa

As ninfas são figuras mitológicas que pertencem a categoria de espíritos da natureza. Elas são figuras femininas que estão ligadas a elementos naturais.
Os gregos acreditavam que elas viviam nos lagos, montanhas, campos e bosques sendo elas as respons√°veis por levar felicidade e alegria para as pessoas.
Elas também eram a personificação da graça, da fertilidade, da natureza, bem como suas características de fecundidade.
O significado da palavra ninfa (Nimphe) pode ser bem variado, mas entre eles podemos encontrar ‚Äúnoiva‚ÄĚ e at√© mesmo ‚Äúbot√£o de rosa‚ÄĚ.
O que muita gente não sabe é que muitas delas eram aladas. Um exemplo é Hérmia, que era considerada a deusa de todas as ninfas.
As Ninfas s√£o classificadas em grupos, As ninfas Epig√©ias, As ninfas Agr√≥nomides ou Agr√≥nomos, As Ninfas Hal√≠ades ou Halias, As ninfas Hidr√≠ades, As ninfas Ur√Ęnias, As ninfas Asterias, As Musas...
E... s√£o muitas, s√£o tantas que nesses grupos de ninfas ainda tem mais grupos de ninfas, d√° pra entender?

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Fênix Refazer

Fênix

Existem várias mitologias no mundo sobre a Fênix(Ex: Mitologia Egípcia, Mitologia Romana, Mitologia Chinesa, Mitologia Persa etc.) Porém, essa lenda da Fênix, se originou do Antigo Egito, há milhares e milhares de anos antes de Cristo.
Segundo o Mito, quando sentia que ia morrer, a fênix montava um ninho com incenso e outras ervas aromáticas para ser incinerada pelos raios do Sol, então de suas cinzas, nasceria uma nova ave.

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Drag√£o Refazer

Drag√£o

Os Drag√Ķes s√£o uma estranha coincid√™ncia do folclore mundial.
A tese mais comum é que os fósseis de dinossauros tenham sido a inspiração. Há 40 mil anos, as sociedades primitivas já topavam com eles.
A palavra drag√£o vem do grego drak√≥n ("serpente"). E como o nome de uma criatura comum foi parar num monstro talvez tenha a ver com as baleias. Vistas por cima dos navios, elas podem parecer serpentes monstruosas. As lendas de serpentes marinhas, transplantadas para a terra, se tornaram os drag√Ķes

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Fada Refazer

Fada

As fadas s√£o um dos seres mitol√≥gicos mais populares do mundo inteiro. Certamente suas caracter√≠sticas possuem varia√ß√Ķes em cada lugar do mundo, por√©m, sua ess√™ncia √© a mesma. O melhor exemplo est√° na cultura pop, pois essas lendas s√£o representadas a todo momento no audiovisual e na literatura.
Na maioria das vezes, esses seres mitológicos são usados para acalmar e encantar as crianças do mundo inteiro, principalmente as europeias.
Atualmente as fadas são associadas a características como simpatia, magia e proteção. Um exemplo é a Sininho, fada fiel na famosa história do Peter Pan. Apesar disso, sua origem remota de um tempo em que a natureza não era algo tão agradável

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Sereia

Das incríveis criaturas que habitam o universo de fantasia do reino das águas, as sereias são certamente uma das mais conhecidas. Normalmente descritas como lindas mulheres com cabeça e torso humanos e cauda de peixe, poucas pessoas sabem que na origem grega da mitologia das sereias, elas eram monstros com corpo de pássaro e cabeça humana. Isso mesmo, um pássaro.

Na mitologia grega, as sereias eram as 3 filhas do Deus Aquel√īo e da Musa Cal√≠ope, e ao competirem com as Musas para ver quem tinha a voz mais harmoniosa e bonita, foram castigadas sendo transformadas em monstros com corpo de p√°ssaro e cabe√ßa humana. A √ļnica beleza que conservaram foi a linda voz, que usavam para atormentar e enganar os marinheiros, que enfeiti√ßados com a voz das sereias, se atiravam ao mar e se afogavam.
Mas então por que será que nós conhecemos as sereias como criaturas que são metade peixe e metade mulher?

A explicação pode ser encontrada no fato de que, na verdade, existem 2 mitos diferentes que utilizam o mesmo nome aqui no Brasil. Nos Estados Unidos, por exemplo, existem 2 palavras: as Sirens seriam as mulheres-pássaro da mitologia grega e as Mermaids seriam as criaturas metade mulher e metade peixe. Mesmo com duas palavras, lá os dois mitos também são muito misturados e confundidos. No Brasil, as sirenas são definidas como sendo exatamente a mesma coisa que as sereias e a sereia mais famosa para os brasileiros é a Iara (ou Mãe d’água), que vive nos rios e não nos mares.

Esse segundo mito, que originou o termo Sereia (Mermaid) e que √© a vers√£o mais moderna, descende da antiga mitologia babil√īnica, onde existia a Deusa Atargatis, Deusa da fertilidade e do mar, que se apaixonou por um mortal. Quando ele morreu, ela se jogou ao oceano com a esperan√ßa de se tornar um peixe, mas o oceano n√£o conseguiu transform√°-la completamente, tornando-se ent√£o metade Deusa e metade peixe.

Tanto as sirenas quanto as sereias são criaturas incríveis e muito temidas. Ambas têm talentos musicais; as sirenas cantam e tocam flauta e lira, enquanto as sereias dependem apenas de suas vozes. As sereias também são vistas como símbolo de vaidade, muitas vezes representadas com pentes e espelhos nas mãos. Sobre esses seres com inteligência humana, porém sem alma, a mitologia também conta que as sereias podem provocar e acalmar tempestades de acordo com sua vontade e que, assim como a Esfinge, elas podem levar homens a armadilhas, propondo difíceis enigmas.

Existem diversas outras lendas de sereias que derivam desses dois mitos originais, assim como filmes, desenhos animados, m√ļsicas, pe√ßas teatrais, obras de arte, entre outras express√Ķes populares e art√≠sticas. A sereia faz parte do imagin√°rio do fant√°stico mundo das √°guas e as suas hist√≥rias s√£o contadas por todo o mundo!

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Unicórnio Refazer

Unicórnio

Unic√≥rnio, tamb√©m conhecido como lic√≥rnio ou licorne, √© um animal mitol√≥gico que tem a forma de um cavalo, geralmente branco, com um √ļnico chifre em espiral. O nome "unic√≥rnio" deriva do latino unicornis: do prefixo uni- e do substantivo cornu, "um s√≥ chifre". Sua imagem est√° associada √† pureza e √† for√ßa. Segundo as narrativas s√£o seres d√≥ceis; por√©m s√£o as mulheres virgens que t√™m mais facilidade para toc√°-los.

Tema de not√°vel recorr√™ncia nas artes medievais e renascentistas, o unic√≥rnio, assim como todos os outros animais fant√°sticos, n√£o possui um significado √ļnico.

Considerado um equino fabuloso ben√©fico, com um grande corno na cabe√ßa, o unic√≥rnio entra nos besti√°rios em associa√ß√£o √† virgindade, j√° que o mito compreende que o √ļnico ser capaz de domar um unic√≥rnio √© uma donzela pura. Leonardo da Vinci escreveu o seguinte sobre o unic√≥rnio:

"O unic√≥rnio, atrav√©s da sua intemperan√ßa e incapacidade de se dominar, e devido ao deleite que as donzelas lhe proporcionam, esquece a sua ferocidade e selvajaria. Ele p√Ķe de parte a desconfian√ßa, aproxima-se da donzela sentada e adormece no seu rega√ßo. Assim os ca√ßadores conseguem ca√ß√°-lo. "

A origem do tema do unic√≥rnio √© incerta e se perde nos tempos. Presente nos pavilh√Ķes de imperadores chineses e na narrativa da vida de Conf√ļcio, no Ocidente faz parte do grande n√ļmero de monstros e animais fant√°sticos conhecidos e compilados na era de Alexandre e nas bibliotecas e obras helen√≠sticas.

√Č citado no livro grego Physiologus, do s√©culo V d. C. , como uma correspond√™ncia do milagre da Encarna√ß√£o. Centro de calorosos debates, ao longo do tempo, o milagre da Encarna√ß√£o de Deus em Maria passou a ser entendido como o dogma da virgindade da m√£e de Cristo: nessa opera√ß√£o teol√≥gica, o unic√≥rnio tornou-se um dos atributos recorrentes da Virgem.

Representa√ß√Ķes profanas do unic√≥rnio encontram-se em tape√ßarias do Norte da Europa e nos cassoni (grandes caixas de madeira decoradas, parte do enxoval das noivas) italianos dos s√©culos XV e XVI.O unic√≥rnio tamb√©m aparece em emblemas e em cenas aleg√≥ricas, como o Triunfo da Castidade ou da Virgindade.

A figura do unicórnio está presente também na heráldica, como no brasão de armas do Canadá, da Escócia e do Reino Unido.

Na astronomia, o unicórnio é o nome de uma constelação chamada Monoceros.

O unic√≥rnio tem sido uma presen√ßa frequente na literatura fant√°stica, surgindo em obras de Lewis Carroll, C.S.Lewis e Peter S.Beagle. Anteriormente, na sua novela A Princesa de Babil√īnia, Voltaire inclui um unic√≥rnio como montada do her√≥i Amazan.

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Vampiro Refazer

Vampiro

Os vampiros sugiram no in√≠cio do s√©culo 18 na fronteira da √Āustria com a Hungria.
Embora desde os tempos mais remotos, divindades, bruxas, fantasmas e outras variedades de dem√īnios que sugavam o sangue humano tenham feito parte do imagin√°rio de quase todas as culturas, v√°rias fontes afirmam que a palavra "vampiro" foi escrita pela primeira vez em 1725, no relat√≥rio de um m√©dico do ex√©rcito do Sacro Imp√©rio Romano-Germ√Ęnico.

Ap√≥s a vit√≥ria contra o Imp√©rio Otomano em Petrovaradin (1716) e o Cerco de Belgrado (1717), que levaram √† assinatura do Tratado de Passarowitz, a √Āustria anexou grandes extens√Ķes da S√©rvia ao seu territ√≥rio.

E, ao chegar às terras dos povos eslavos, os austríacos se depararam com relatos sobre essas estranhas criaturas, das quais nunca tinham ouvido falar antes.

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Lobisomem Refazer

Lobisomem

Nas diferentes vers√Ķes desse mito, fala-se que Licaon realizou a√ß√Ķes que desagradavam a Zeus, o grande deus do pante√£o grego. Zeus teria ent√£o punido esse rei com a maldi√ß√£o da licantropia, fazendo com que ele fosse transformado em um lobo. Uma das vers√Ķes fala que Licaon teria tentando matar Zeus, enquanto outra vers√£o fala que ele teria tentado dar carne humana para o grande deus durante um jantar.

Depois de transformado em lobo, Licaon seria capaz de livrar-se da maldi√ß√£o se ficasse 10 anos sem consumir carne humana. Essa √ļltima informa√ß√£o parece relacionada com a condi√ß√£o de Licaon ser um lobisomem, mas alguns estudiosos da cultura grega acreditam que ele era uma figura relacionada ao culto de tribos canibais que habitavam a Gr√©cia. Inclusive existem algumas teorias que demonstram que, h√° cerca de tr√™s mil anos, existiram gregos que acreditavam que quem consumisse carne humana poderia tornar-se um lobo.

Toda essa narrativa envolvendo homens transformando-se em lobos foi levada para Roma, local fortemente influenciado pela cultura grega. Em Roma, o ser humano que se transformava em lobo era chamado de versipélio. Entretanto, na cultura romana, esse termo era usado para mencionar de maneira geral a transformação humana em forma animal.

Com a expans√£o das terras romanas, a lenda do lobisomem espalhou-se pela Europa e adaptou-se √† cultura de cada local. A influ√™ncia crist√£ fez com que a licantropia deixasse de ser uma maldi√ß√£o de Zeus e se tornasse uma puni√ß√£o pelos pecados. Na R√ļssia, por exemplo, acreditava-se que os lobisomens eram pecadores cumprindo a penit√™ncia pelos seus erros

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Bruxa Refazer

Bruxa

Uma bruxa √© geralmente retratada no imagin√°rio popular como uma mulher antiquada, com nariz grande e encarquilhada, ex√≠mia e contumaz manipuladora de Magia Negra e dotada de uma gargalhada terr√≠vel. Na √©poca da Inquisi√ß√£o, estrangeiros fora da It√°lia ao ouvirem gritar brucia associaram a palavra com a r√©. √Č ineg√°vel a conex√£o entre esta vis√£o e a vis√£o da Hag ou Crone dos angl√≥fonos. √Č tamb√©m muito popularizada a imagem da bruxa como a de uma mulher sentada sobre uma vassoura voadora, ou com a mesma passada por entre as pernas, andando aos saltitos. Alguns autores utilizam o termo, contudo, para designar as mulheres s√°bias detentoras de conhecimentos sobre a natureza e, possivelmente, magia.

Algumas bruxas que antes adquiriram alguma notoriedade, como é o caso das chamadas Bruxas de Salém, a Bruxa de Evóra e Dame Alice Kytler (bruxa inglesa). São também bastante populares na literatura de ficção, como nos livros da popular série Harry Potter, nos livros de Marion Zimmer Bradley (autora de As Brumas de Avalon, que versam sobre uma vasta comunidade de bruxos e bruxas cuja maioria prefere evitar a magia negra) ou a trilogia sobre as bruxas Mayfair, de Anne Rice.
Frequentemente as bruxas s√£o associadas a gatos pretos, que dentre as Bruxas que hoje nos acreditamos s√£o os chamados Puckerel, muitas vezes tidos como esp√≠ritos guardi√Ķes da Arte das Bruxas, que habitam o corpo de um animal. Estes costumam ser designados na literatura como Familiares.

Diziam que as bruxas voavam em vassouras à noite e principalmente em noites de lua cheia, que faziam feitiços e transformavam as pessoas em animais e que eram más.

Hoje em dia essas antigas supersti√ß√Ķes como a da bruxa velha da vassoura na lua cheia j√° foram suavizadas, devido √† maior toler√Ęncia entre religi√Ķes, sincretismo religioso e divulga√ß√£o do paganismo. Gerald Gardner tem destaque nesse cen√°rio como o pai da Religi√£o Wicca, a religi√£o da moderna bruxaria pag√£, formada por pessoas que s√£o bruxos/as mas que utilizam a "Arte dos S√°bios" ou a "Antiga Religi√£o" mesclada a pr√°ticas e conhecimentos de outras tradi√ß√Ķes. A classifica√ß√£o de magia como negra e branca n√£o existe para os bruxos, pois se fundamentam nos conceitos de bem e mal, que n√£o fazem parte de suas cren√ßas, por isso, como costumam dizer, toda magia √© cinza.

A Arte das Bruxas como era feita antes √© chamada de Bruxaria Tradicional, ainda remanescendo at√© os dias atuais em grupos seletos, via de regra ocultos. Hoje tamb√©m pode-se encontrar uma vasta quantidade de livros e sites que explicam a "Antiga Religi√£o" mas geralmente se tratam de Wicca, pois os membros de grupos de Bruxaria Tradicional costumam preferir o ostracismo, revelando-se publicamente apenas em ocasi√Ķes especiais ou para que novos candidatos os localizem.

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Duende Refazer

Duende

S√£o criaturas mitol√≥gicas que aparecem em v√°rias hist√≥rias do folclore europeu. Apesar de sua origem n√£o ser completamente conhecida, o mais prov√°vel √© que os duendes tenham surgido junto com elfos, an√Ķes e outros seres do al√©m em lendas da mitologia celta e escandinava, em pa√≠ses como Inglaterra, Noruega, Alemanha, Hungria, Su√©cia, Dinamarca ou Isl√Ęndia.

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Grifo Refazer

Grifo

Grifo é o nome de uma criatura mitológica que tem o corpo de leão, a cabeça e as asas de uma águia. De acordo com as lendas, os grifos eram capazes de botar ovos de ouro.

Simbolicamente, os grifos s√£o popularmente conhecidos por representaram as virtudes da sabedoria e da for√ßa, conforme descrevem algumas lendas. Por este motivo √© comum encontrar figuras de grifos na her√°ldica medieval, como em bras√Ķes de fam√≠lia, por exemplo.

Acredita-se que as lendas sobre os grifos teriam se originado no Oriente M√©dio, principalmente entre os antigos persas, babil√īnios e ass√≠rios. No entanto, a figura do grifo se intensificou na mitologia grega, como um dos animais que pertenciam ao deus dos deuses, Zeus, e que protegia as suas riquezas.

Um grifo também pode ser o mesmo que um enigma, um mistério ou uma charada. Consiste em algo difícil de ser decifrado ou compreendido.

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Trit√£o Refazer

Trit√£o

Trit√£o (em grego cl√°ssico: ő§ŌĀőĮŌĄŌČőĹ), na mitologia grega, √© um deus marinho, filho de Poseidon e Anfitrite, geralmente representado com cabe√ßa e tronco humano e cauda de peixe. Conhecido como o rei dos mares, √© a representa√ß√£o masculina de uma sereia. √Č um fiel servidor de seus pais, atuando como seu mensageiro e serenando as √°guas do mar para que a carruagem de Poseidon deslize com seguran√ßa. Para tal ele se utiliza de b√ļzios como instrumento musical, produzindo assim uma m√ļsica apaziguadora.
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[~Para f√£s da Disney ~]
Ariel é filha do Tritão, ou seja o Hércules é primo de segundo grau da Ariel:3

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Centauro Refazer

Centauro

Eram seres fabulosos da mitologia grega, metade homem e metade cavalo, que habitavam as regi√Ķes da Arc√°dia (Peloponeso Central) e Tess√°lia (sul da Maced√īnia). De acordo com a cren√ßa, teriam surgido de uma uni√£o proibida entre √ćxion, rei da Tess√°lia, e a deusa Hera, mulher de Zeus.
N√£o h√° consenso sobre a forma√ß√£o do mito, mas √© prov√°vel que tenha sido inspirado em tribos selvagens das regi√Ķes mais agrestes da Gr√©cia ou mesmo em cavalarias n√īmades da √Āsia Central (hunos, turcos, citas, cim√©rios ou sarm√°tios). A receita inclui, seguramente, o fasc√≠nio que os cavalos, viris e velozes, exercem sobre o ser humano desde a antiguidade.

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Hidra Refazer

Hidra

Primeiramente, o mito tamb√©m pode ser conhecido como Hidra de Lerna. Essa besta seria filha de Tiphon e Equidna, dois outros monstros que comp√Ķe a mitologia grega. Al√©m da capacidade de regenera√ß√£o, o h√°lito e o cheiro exalados pela criatura eram venenosos, o que a tornava ainda mais perigosa.

De modo geral, não se sabe ao certo o tamanho da Hidra, mas acredita-se que era gigante, muito maior que um ser humano. Ademais, suas cabeças também possuíam um poder que pode variar de acordo com a lenda. Normalmente, olhar para uma das cabeças pode resultar em ser incendiado, ou congelado.

Al√©m disso, sabe-se que a criatura habitava a regi√£o pantanosa do lago de Lerna, na regi√£o de Arg√≥lida, na Gr√©cia Antiga. No mais, h√° algumas varia√ß√Ķes da lenda que mostram que ao inv√©s de sete, o ser teria nove ou dez cabe√ßas.
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Al√©m do mito grego e suas diversas varia√ß√Ķes, h√° alguns significados que podem ser interpretados acerca a criatura. O monstro de muitas cabe√ßas pode representar aquilo que de pior ha no ser humano. Ou seja, uma esp√©cie de parte ruim que toda pessoa teria.

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Minotauro Refazer

Minotauro

A oferta de sacrif√≠cio solicitada pelo deus Poseidon era especial. Por isso, seria um lindo touro branco que sairia do pr√≥prio habitat natural de Poseidon ‚Äď as profundezas do oceano.

O deus Poseidon determinou o dia e o local onde Minos deveria ficar √† espera do anima e, conforme o combinado, l√° estava Minos desejoso em executar o acordo e ter a garantia da ‚Äúcoroa‚ÄĚ. Entretanto, quando viu sair das √°guas salgadas o bel√≠ssimo animal, branco como algod√£o, com chifres dourados, Minos ficou encantado.

Depois disso, decidiu tomar posse do touro branco e colocou outro escolhido entre seu rebanho acreditando que o deus Poseidon não iria notar. Dessa forma, Minos desobedeceu o pedido divino e, consequentemente, atraiu para si a ira de Poseidon que imediatamente decidiu amaldiçoá-lo.

Minos era casado como com a bela Pasífae. E foi sobre ela que o deus Poseidon fez cair uma terrível maldição.

Desde da primeira vez que Pas√≠fae viu o touro branco ficou perdidamente apaixonada por ele. E Minos nada p√īde fazer, pois sabia que por tr√°s dessa paix√£o tinha o ‚Äúdedo‚ÄĚ amaldi√ßoador de Poseidon.

Diante disso, Pas√≠fae e o touro branco come√ßaram a viver ‚Äúluas de amor‚ÄĚ. Desse relacionamento amoroso a bela mulher engravidou.

Passada a gesta√ß√£o, nasceu finalmente a criatura mais feia do territ√≥rio cretense ‚Äď o Minotauro.

A apar√™ncia f√≠sica do Minotauro assustou a todos. Minos ao v√™-lo n√£o teve coragem de matar o filho da sua amada esposa e, neste momento, idealizou um local ‚Äúmedonho‚ÄĚ para ser a morada do enteado.

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Sleipnir Refazer

Sleipnir

Thor, O Matador de Gigantes, estava longe de Asgard matando gigantes no norte, quando um hrimthurs, disfarçado como um humano pedreiro, ofereceu-se para reconstruir a muralha em torno de Asgard em troca do sol, da lua, e da deusa Freya. Os deuses aceitaram, acreditando ser um bom negócio, uma vez que parte da muralha já estava caindo aos pedaços. Além disso, o gigante precisaria completar o seu trabalho em apenas seis dias, pois Thor retornaria no final deste prazo e o mataria.

O gigante fez somente uma pergunta: poderia usar o seu garanh√£o (cavalo) cinza, Svadilfari (traduzindo, "escravo", ou possivelmente "condenado"). Loki rapidamente aceitou o acordo, antes que qualquer outro deus pudesse fazer uma obje√ß√£o. Usando o garanh√£o, o gigante come√ßou a constru√ß√£o da muralha, e receberia o sol, a lua e Freya. Os deuses, vendo isso, ficaram furiosos com Loki, e disseram que, caso eles perdessem, o torturariam eternamente (o que aconteceu de outra forma). Ent√£o, enquanto Svadilfari estava carregando o √ļltimo tijolo para completar a muralha, Loki transformou-se em uma linda √©gua branca, e atraiu o garanh√£o para longe, irritando o gigante, que come√ßou a destruir a muralha com sua f√ļria. Assim, enquanto destru√≠a a muralha, Thor apareceu e esmagou o gigante com o seu martelo Mjolnir. Loki, mais tarde, deu √† luz Sleipnir, a montaria de Odin, que √© descendente do garanh√£o cinza Svadilfari e Loki enquanto ele era uma linda √©gua branca.

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Simurgh Refazer

Simurgh

Simurgh √© o nome persa moderno de uma fabulosa criatura alada m√≠tica. A figura pode ser encontrada em todos os grandes per√≠odos da arte e literatura persa, e √© evidente tamb√©m na iconografia medieval da Arm√™nia Biz√Ęncio e de outras regi√Ķes que estavam dentro da esfera de influ√™ncia cultural iraniana. O Simurgh √© representado na arte iraniana como uma criatura alada na forma de um p√°ssaro, grande o suficiente para levar um elefante ou uma baleia. Ele aparece como uma esp√©cie de pav√£o com a cabe√ßa de um c√£o e as garras de um le√£o, √†s vezes, tamb√©m com um rosto humano. A natureza do Simurgh √© inerentemente benevolente e inequivocamente feminina. Por ser parte mam√≠fero, amamenta seus filhotes, tem dentes, √© inimigo das serpentes e seu habitat natural √© um lugar com muita √°gua. As lendas iranianas consideram essa ave t√£o antiga que chegou a ver a destrui√ß√£o do Mundo tr√™s vezes. De acordo com os mitos, ele viveu s√©culos antes de Ad√£o e viu muitas evolu√ß√Ķes maravilhosas de diferentes esp√©cies de seres que habitavam o universo, antes da cria√ß√£o da humanidade. A sabedoria do Simurgh vem de sua longevidade e acredita-se que este possui o conhecimento de todas as Eras. Outra lenda diz que o Simurgh viveu por 1.700 anos antes de se lan√ßar nas chamas (muito parecido com a F√™nix). A criatura representava a uni√£o entre a terra e o c√©u, servindo como mediador e mensageiro entre os dois. A sua tarefa era purificar a terra e as √°guas e, portanto, conferir a fertilidade

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Ciclope Refazer

Ciclope

Um ciclope, da mitologia grega, e romana, posteriormente, era um membro de da ra√ßa original de gigantes, caracterizado por um √ļnico olho no meio da sua testa, e seu nome significa ‚Äúolho redondo‚ÄĚ. Segundo a mitologia, trabalhavam com Hefesto como ferreiros, forjando os raios usados por Zeus, o capacete de invisibilidade de Hades, e o tridente de Poseidon, que foram usados para derrotar os Tit√£s. Na ‚ÄúTeogonia‚ÄĚ de Hes√≠odo, Zeus liberta tr√™s ciclopes, filhos de Urano e Gaia, do amaldi√ßoado e escuro abismo de T√°rtaro, o mundo inferior, na mitologia grega. Os ciclopes s√£o citados em muitas hist√≥rias e mitos heroicos da mitologia grega, por√©m com origens muito controversas.

Essencialmente, esses seres fant√°sticos s√£o distribu√≠dos em tr√™s diferentes esp√©cies, ou ra√ßas: os ur√Ęnios, filhos de Urano e Gaia, os sicilianos, filhos do deus dos mares, Poseidon, e os construtores, que prov√™m do territ√≥rio da L√≠cia, uma regi√£o montanhosa na costa sudoeste da √Āsia Menor. V√°rios antigos autores gregos e romanos escreveram sobre os ciclopes. Hes√≠odo descreveu-os como tr√™s irm√£os que seriam os gigantes primordiais. Todas as outras fontes de literatura sobre os ciclopes descrevem o ciclope Polifemo, que viveu em uma Sic√≠lia povoada por diversas criaturas fant√°sticas.

Os Ur√Ęnios: Segundo a mitologia grega, os primeiros ciclopes foram Arges, Brontes e Est√©ropes, sendo eles filhos de Zeus (Urano), o grande senhor dos c√©us, e Gaia, a deusa representante da Terra. Devido √† for√ßa descomunal de seus filhos, Urano decidiu aprisionar todos eles no interior da Terra, em T√°rtaro. Gaia ficou, ent√£o, profundamente triste e nervosa por ter seus filhos aprisionados no mundo inferior, e fez com que todos os seus filhos tit√£s iniciassem uma guerra contra Zeus, junto aos Tit√£s, que tamb√©m eram filhos de Gaia e Zeus, para tomarem o poder do pai. Os Tit√£s conseguem vencer a guerra, por√©m os ciclopes s√£o aprisionados novamente no T√°rtaro. Acabaram por se tornar escravos dos deuses Zeus, Poseidon e Hades, sendo sempre libertados temporariamente para serem usados como armas nas guerras contra Cronos e os outros Tit√£s. Al√©m disso, eram √≥timos ferreiros, e foram respons√°veis pela concep√ß√£o das armas desses deuses: os raios e trov√Ķes e Zeus, o tridente de Poseidon, e o Elmo do Terror, de Hades, capaz de produzir o efeito da invisibilidade. Esses primeiros ciclopes foram mortos por Apolo, quando esse teve seu filho, o m√©dico Ascl√©pio, morto por Zeus.

Os Sicilianos: Essa ra√ßa de ciclopes √© retratada na Odisseia de Homero, como sendo criminosos gigantes e arrogantes, que habitavam uma regi√£o ao sudoeste da Sic√≠lia. Costumavam provocar o terror nos agricultores, quando invadiam as planta√ß√Ķes em busca de comida, como frutas, ou at√© mesmo carne humana. Esses ciclopes eram considerados selvagens, moravam em cavernas, com suas fam√≠lias, que recebiam a mesma educa√ß√£o com √™nfase na selvageria e viol√™ncia. Homero dizia que nem todos os Ciclopes possu√≠am apenas um olho, mas apenas Polifemo, o mais importante dos ciclopes, filho de Poseidon e da ninfa Teosa. Os poetas Virg√≠lio e Eur√≠pedes escreveram que o poder dos ciclopes era t√£o assustador, que quase toda a Sic√≠lia era capaz de ouvir o som de suas marteladas, quando estavam trabalhando em suas forjas.

Os Construtores: Apesar de também serem incrivelmente fortes, esses ciclopes eram conhecidos por sua mansidão. Trabalham na construção de edifícios, realizando tarefas que nenhum homem era capaz de fazer, por causa de sua altura e força. A eles, foi dado o crédito pela construção das cidades de Tirinto e Micenas.

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Quimera

Oriunda da Anatólia e cujo tipo surgiu na Grécia durante o século VII a. C. , sempre exerceu atração sobre o imaginário popular. De acordo com a versão mais difundida da lenda, a quimera era um monstruoso produto da união entre Equidna - metade mulher, metade serpente - e o gigantesco Tifão.

Outras lendas a fazem filha da hidra de Lerna e do leão da Nemeia, que foram mortos por Hércules. Criada pelo rei da Cária, mais tarde assolaria este reino e o de Lícia bafejando fogo incessantemente, até que o herói Belerofonte, montado no cavalo alado Pégaso, conseguiu matá-la.

Com o passar do tempo, chamou-se genericamente quimera a todo monstro fant√°stico empregado na decora√ß√£o arquitet√īnica

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Deusa

Deusa √© um conceito de Divindade Eterna e infinita presente em diversas religi√Ķes monote√≠stas, henote√≠stas ou polite√≠stas, sendo geralmente definida como a esp√≠rita infinita e eterna, criadora, preservadora e transformadora do Universo.

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Kraken

Kraken é uma espécie de uma lula GIGANTE, que ameaçava navios na mitologia nórdica.
Este cefal√≥pode tinha o tamanho de uma ilha e cem tent√°culos, acreditava-se que habitava as √°guas profundas do Mar da Noruega, que separa a Isl√Ęndia das terras Escandinavas, mas poderia migrar por todo o Atl√Ęntico Norte.

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Deus

As Cultuas mais antigas do Ocidente chamavam Deus da mesma forma que as Crianças o chamam "Papai do Céu".
Essas Culturas n√£o deixaram registros escritos, mas os linguistas descobriram que eles chamavam Deus de "Papai do c√©u" porque compararam idiomas d√≠spares, como o latim, da Europa mediterr√Ęnea, e o s√Ęnscristo, da √ćndia.
Então pescam os sons que essas línguas tem em comum e tentam reproduzir como era o idioma ancestral que deu origem a elas.

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Qilin

Qilin (em chin√™s: ťļíťļü Q√≠l√≠n; em japon√™s: „Āć„āä„āď Kirin; em coreano: ÍłįŽ¶į Kylin) √© uma criatura quim√©rica da mitologia chinesa e do Leste Asi√°tico como um todo, a qual simboliza bons press√°gios. Os machos s√£o Qi e as f√™meas, Lin.

Assim como a Dança do Dragão e do Leão, o Qilin também é apresentado em rituais e épocas festivas, como o ano-novo chinês ou a inauguração de uma loja, para afastar espíritos malignos e trazer boa sorte.

Apesar de parecer perverso, o Qilin é geralmente tranquilo e suave, a menos que confrontado por pessoas más, quando chamas irrompem de sua boca e tornam-o extremamente feroz, situação na qual certamente ele usará seus poderes mágicos para destruir os ímpios. O Qilin é vegetariano e tem uma natureza encantadora, generosa, muito calma e caridosa e possui acima de tudo, um grande respeito a vida.

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Saci

O Saci é o guardião das ervas e das plantas medicinais, por isso, confunde as pessoas que tentam pegá-las sem autorização. Ele conhece as técnicas de preparo e sabe como utilizar as plantas para fins medicinais.

A lenda garante que para capturar o Saci-pererê, a pessoa deve arremessar uma peneira nos redemoinhos de vento. Dessa maneira, após capturá-lo, é necessário retirar-lhe o gorro para prendê-lo em uma garrafa.

Acredita-se que o Saci nasceu do broto de bambu, permanecendo ali até os sete anos e, após esse período, vive mais setenta e sete praticando suas travessuras entre os humanos e os animais

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G√°rgula Refazer

G√°rgula

As g√°rgulas apresentam uma fun√ß√£o primordial nos templos e igrejas cat√≥licas, que √© servir de desaguadouros, ou seja, s√£o calhas destinadas a escoar a √°gua de cima dos telhados a uma certa dist√Ęncia das paredes. Mas devido a influencia g√≥tica na Idade M√©dia, essas calhas ficaram escondidas dentro de figuras monstruosas e animalescas. O termo "g√°rgula" se origina do franc√™s "gargouille", originado de gargalo ou garganta, em latim "gurgulio", gula. Palavras similares derivam da raiz "gar", engolir, a palavra representando o gorgulhante som da √°gua, naturalmente emitido pelas esculturas. Apesar de ter ganhado popularidade na Idade M√©dia, os g√°rgulas tamb√©m est√£o presentes em templos Gregos, apesar de n√£o possuir seu aspecto cl√°ssico medieval.

Acredita-se que originalmente as figuras monstruosas, e por vezes assustadoras, dos g√°rgulas tenham sido criadas para alertar os fi√©is cat√≥licos de que o mal nunca dorme. Por esse motivo os fi√©is deveriam estar sempre em estado de alerta e em vigil√Ęncia cont√≠nua, mesmo em locais sagrados e santos como as igrejas e catedrais.

Al√©m dos cl√°ssicos g√°rgulas existem tamb√©m nos telhados dos templos a bizarra figura das "Quimeras", elas basicamente possuem as mesmas caracter√≠sticas f√≠sicas dos g√°rgulas, com a √ļnica diferen√ßa de que elas n√£o possuem a fun√ß√£o de desaguadouros, mas servem somente como ornamentos art√≠sticos. Geralmente essas figuras tamb√©m acabam sendo chamadas de g√°rgulas.
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Uma lenda francesa gira em torno de S√£o Romano (+ ou - 641 d. C.), primeiro chanceler do rei merov√≠ndio Clot√°rio II.A hist√≥ria diz como ele e mais um prisioneiro volunt√°rio derrotaram "G√°rgula", um drag√£o-do-rio que vivia nos p√Ęntanos na margem esquerda no rio Sena. A dita criatura afundava, barcos, comia pessoas e animais. Um dia, o bispo atraiu a G√°rgula para fora do rio com um crucifixo, e usando seu len√ßo como cabresto, levou o monstro at√© √† pra√ßa principal. L√°, os alde√Ķes a queimaram at√© a morte.

Apesar da maioria das gárgulas ser de figuras grotescas de animais misturados com humanos, o termo gárgula inclui todo o tipo de imagem. Algumas gárgulas são também esculpidas como monges sinistros.

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