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Que clássico de carnaval canta quem você é?

Que clássico de carnaval canta quem você é?

Tags : Canções de carnaval Letramento canções plataforma Carnaval

Descubra que canção carnavalesca revela seu jeito de ser e entre no clima da folia.

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Qual das estrofes a seguir sintetiza melhor seu olhar sobre a vida?

  • “Quando nasci, um anjo torto / desses que vivem na sombra / disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.” (Carlos Drummond de Andrade, “Poema de sete faces”, in: Alguma poesia.)
  • “Estão todas as verdades / À espera em todas as coisas: / Não apressam o próprio nascimento / Nem a ele se opõem.” (Walt Whitman, “Canto a mim mesmo”, in: Folhas de relva.)
  • “Recria tua vida, sempre, sempre. / Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça. / Faz de tua vida mesquinha / um poema.” (Cora Coralina, "Aninha e suas pedras", in: Melhores poemas.)
  • “As armas ensaia, / Penetra na vida: / Pesada ou querida, / Viver é lutar. / Se o duro combate / Os fracos abate, / Aos fortes, aos bravos, / Só pode exaltar.” (Gonçalves Dias, “Natalícia”, in: Canção do Tamoio.)
  • “Sei que canto. E a canção é tudo. / Tem sangue eterno a asa ritmada. / E um dia sei que estarei mudo: / — mais nada." (Cecília Meireles, "Motivo", in: Viagem.)
  • “De amoras. De tintas rubras do instante / É que se tinge a vida. De embriaguez, Samsara.” (Hilda Hilst, “Poema XI”, in: Do desejo.)

Se você encontrasse uma lâmpada mágica no meio do deserto, qual seria seu desejo?

  • Uma linda manhã com o amor da sua vida.
  • Uma taça de ouro por reconhecimento de seus méritos.
  • Um bilhete premiado na loteria.
  • Uma festa com todos os seus amigos, amores e paixões.
  • Um tapete voador com direito a massagem e caipirinha de maracujá.
  • A chance de reviver os momentos felizes.

Que imagem melhor simboliza o carnaval para você?

Em que local você gostaria de passar o período de folia?

Quem seriam seus parceiros para celebrar a festa do Rei Momo?

  • Um bom livro.
  • Músicos boêmios.
  • Os integrantes do seu bloco.
  • Moradores de rua.
  • Seu grande amor.
  • Uma tartaruga.

Qual seria a pior coisa que poderia acontecer com você no carnaval?

  • Perder o campeonato de blocos de rua.
  • Seu amor ligar terminando tudo.
  • Seu/sua chefe pedir que trabalhe no feriado.
  • A folia ser adiada por medida provisória.
  • Faltar batuque e cerveja.
  • Chover.
Refazer https://www.youtube.com/watch?v=zu2B2z9XRxQ

Quando o carnaval chegar*

(*Clique na imagem para ouvir a canção.)
A modéstia e a ponderação parecem ser suas marcas registradas. Entretanto, os mais íntimos sabem que isso é apenas a fachada de uma pessoa cheia de energia, sonhos e desejos, prontos para eclodir, mas na hora certa.
Você é o que se costuma chamar de brasa oculta. Como diz a letra da canção de Chico Buarque: “Eu tenho tanta alegria, adiada, / Abafada, quem dera gritar... / Tô me guardando pra quando o carnaval chegar”.
Essa canção integra a trilha sonora do filme musical homônimo de 1972, dirigido por Cacá Diegues, que escreveu o roteiro junto com Hugo Carvana e Chico Buarque. Composta em plena ditadura militar, caracteriza-se pela linguagem figurada, cheia de sutilezas, para “malandramente” driblar a censura.
Por meio de um samba ilusoriamente ingênuo, o compositor expressa sua revolta latente, esperando o momento mais propício para vir à tona. A letra também brinca com uma característica atribuída ao povo brasileiro: a procrastinação, a mania de deixar as decisões para depois, como a tendência de o ano só começar de fato após o carnaval.

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Refazer https://www.youtube.com/watch?v=hpswgeHhe3Y

Na cadência do samba*

(*Clique na imagem para ouvir a canção.)
Deixar para amanhã o que podemos fazer agora? Esse definitivamente não é seu lema. Se morrer é o destino de tudo o que nasce, o jeito é viver o dia de hoje como se fosse o último, com intensidade e alegria.
Você se joga no ritmo da folia sem pensar duas vezes, como se não houvesse amanhã. Por isso lhe soa tão bem o samba de Ataulfo Alves e Paulo Gesta, lançado em 1962 e interpretado por estrelas como Elizeth Cardoso e o grupo Novos Baianos. “Na cadência do samba” expressa a despedida que Ataulfo, uma lenda do nosso cancioneiro, desejava para si.
O ritmo melodioso dos versos se enraizou na memória musical brasileira e é presença certa na folia: “Sei que vou morrer, não sei o dia. / Levarei saudades da Maria. / Sei que vou morrer não sei a hora. / Levarei saudades da Aurora. / Quero morrer numa batucada de bamba, na cadência bonita de um samba.”

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Manhã de carnaval*

(*Clique na imagem para ouvir a canção.)
A cada amanhecer uma nova canção: sua vitalidade poética se renova todos os dias, alimentada pela beleza e pelo desejo de ser feliz. Para você, a manhã de carnaval simboliza o renascer do amor e da alegria de viver.
A canção de Luiz Bonfá e Antônio Maria faz parte da trilha sonora de "Orfeu Negro", filme ítalo-franco-brasileiro de 1959, dirigido por Marcel Camus com base na peça teatral "Orfeu da Conceição", de Vinicius de Moraes. Inspirada no mito grego de Orfeu, a peça faz as personagens viajarem no tempo e no espaço, transportados para uma favela do Rio de Janeiro, na época do carnaval.
No enredo, Orfeu é um sambista por quem se apaixona Eurídice, retirante nordestina. Nasce assim uma bela e trágica história em que amor e morte se misturam: “Manhã, tão bonita manhã / Na vida, uma nova canção / Cantando só teus olhos / Teu riso, tuas mãos / Pois há de haver um dia / Em que virás”.

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A felicidade*

(*Clique na imagem para ouvir a canção.)
O que é a felicidade? Se ela existe mesmo, como a encontrar? E aos felizardos que esbarrarem com ela, como conservar essa flor tão rara?
Você tem mania filosofar, olhar além da linha do horizonte. A vida cotidiana não lhe basta: precisa mergulhar nas grandes razões da existência. Para alguém tão profundo, o dia de carnaval, como “uma gota de orvalho numa pétala de flor”, é uma breve ilusão de felicidade.
“A felicidade” (1954) é a canção mais conhecida da peça teatral "Orfeu da Conceição", de Vinicius de Moraes. Nessa bela e trágica história, inspirada no mito grego de Orfeu, o protagonista é um sambista morador de uma favela carioca que se apaixona pela retirante nordestina Eurídice. O desenlace dessa história de amor dialoga com o refrão: “Tristeza não tem fim / Felicidade sim”.

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O orvalho vem caindo*

(*Clique na imagem para ouvir a canção.)
A sola do seu sapato anda mais fina que a cintura da Gisele Bündchen? Sempre sobra dia para o seu salário? Mas mesmo assim você não perde o rebolado e vai levando a vida, com criatividade e ironia? Pois então seu hino é este samba de Noel Rosa e Kid Pepe.
Sucesso do carnaval de 1934 na voz de Almirante, essa canção se eternizou entre os clássicos da nossa música popular. "O orvalho vem caindo" retrata a situação da pessoa que, sem um tostão nem um teto para chamar de seu, é obrigada a fazer da rua sua casa. Entretanto, apesar de todos os contratempos, seu olhar de poeta lhe faz ver “as estrelas lá do céu”: “Meu cortinado é um vasto céu de anil / E o meu despertador é o guarda civil (Que o dinheiro ainda não viu!).”

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Madeira que cupim não rói*

(*Clique na imagem para ouvir a canção.)
Nobre, sólido/a e rijo/a como madeira de lei que cupim não rói: para você a vida é combate, e as tradições são bens que devem ser resguardados a qualquer custo, como raízes que mantêm sua integridade diante de qualquer intempérie. “Madeira que cupim não rói” é um dos frevos mais conhecidos do carnaval pernambucano. Composta por Capiba em 1963, essa marcha-rancho é um protesto contra o resultado do concurso de blocos daquele ano, que concedeu o primeiro lugar ao Batutas de São José, em prejuízo do Madeira do Rosarinho.
A canção é também uma homenagem ao carnaval pernambucano, cuja essência se mantém intocável até hoje, como madeira de lei: “E se aqui estamos, cantando essa canção / Viemos defender a nossa tradição / E dizer bem alto que a injustiça dói / Nós somos madeira de lei que cupim não rói.”

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