A importância dos Movimentos Negros no Brasil

A importância dos Movimentos Negros no Brasil
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Movimentos sociais expressivos envolvendo grupos negros perpassam toda a História do Brasil. Contudo, até a Abolição da Escravatura em 1888, estes movimentos eram quase sempre clandestinos e de caráter radical, posto que seu principal objetivo era a libertação dos negros cativos. Visto que os escravos eram tratados como propriedade privada, fugas e insurreições, além de causarem prejuízos econômicos, ameaçavam a ordem vigente e tornavam-se objeto de violenta repressão não somente por parte dos classe senhorial, mas do próprio Estado e seus agentes.

Graças a resistência do movimento negro brasileiro, hoje é possível lutarmos por nossos espaços de direito e reivindicar socialmente a humanidade que foi tirada do nosso povo.

1. Movimento Negro Brasileiro

Movimento Negro (ou MN) é o nome genérico dado ao conjunto dos diversos movimentos sociais afro-brasileiros, particularmente aqueles surgidos a partir da redemocratização pós-Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro e São Paulo. Vamos discutir os passos do MN até os dias atuais.
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2. Referências negras brasileiras

O Brasil foi o último país a abolir a escravidão, fato que demonstra que absolutamente tudo sob solo brasileiro foi provido de mãos negras africanas.
Vamos conhecer algumas dessas referências.

3. Movimento de mulheres negras Brasileiras

O movimento feminista não tinha uma abordagem interseccional e racial, não pautando, dessa forma, a dupla discriminação que as mulheres negras passam, tanto de gênero quanto de raça. Além disso, dentro do movimento negro o, liderado por homens, não havia interesse em atuar nas lutas contra o sexismo.

Nesse contexto, tem início o MMN e, como consequência, do Feminismo Negro no Brasil, fez com que os demais movimentos começassem a entender sobre a importância dos recortes raciais e de gênero nas mobilizações de direitos humanos.
Vamos abordar a importância desse movimento para a sociedade.
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4. A presença negra nas universidades

A discriminação racial se manifesta de diversas formas. Nas universidades, escolas e institutos de pesquisa onde são produzidos e veiculados discursos sobre verdade, o racismo assume uma
forma perniciosa. Nelas, o saber de negras e negros é apagado. Temas raciais são marginalizados. Sutilmente, o discurso hegemônico, envolvido pela retórica científica, se coloca como a única verdade, silenciando uma outra verdade de autoras e autores negros. Tais autores, juristas, cientistas sociais e políticos denunciam o discurso hegemônico e contribuem para a construção de um saber plural. Algumas das mais destacadas serão discutidas.
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