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Professor(a), Qual Mestre você é?

Professor(a), Qual Mestre você é?

Tags : professor Educação Filmes

Um Quiz para professores (as) e educadores (as) descobrirem qual mestre da ficção eles ou elas são em sala de aula.

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Você tem que dar aula na sexta de carnaval. O que você faz?

  • Pede para seus alunos verem quantas pessoas brancas estão vestidas de índio, sem lhes revelar que a próxima aula será sobre a invasão portuguesa ao Brasil.
  • Passa trabalho valendo 0,4 pontos, lembrando que não arredondará a nota de ninguém que esteja precisando, pois já encomendou o trabalho pensando nisso.
  • Passa uma lista de bons livros de referência para quem não estiver afim de pular carnaval e prefira aproveitar o feriado em casa.
  • Comenta sobre a beleza do carnaval, das miríades de culturas formadas a partir dessa festividade e abre um debate para que os alunos contem suas impressões sobre o feriado que está por vir.
  • Deixa o carnaval passar tranquilamente, mas no primeiro dia de retorno, aplica um teste surpresa para que os alunos retomem o ritmo, senão vão perder a semana toda tentando se recuperar da ressaca de carnaval.
  • Pede para que seus alunos se mantenham focados em seus objetivos. Três dias de folia parece algo bom, mas só serve para distrair as massas e nos manter confortáveis com as desigualdades que existem. Para ser alguém que escapou dessa desigualdade imposta, estude.

Um de seus alunos te pergunta: “Professor(a), é verdade que a Terra é plana?”

  • Você faz com que seus alunos encham uma vasilha com água, amarra ela e gira. Quando eles perceberem que a água não cai, explica o que é força centrípeta, até por fim explicar gravidade e planetas redondos.
  • Responde “Não”, secamente. Pede que na próxima semana tragam uma redação sobre como descobriu-se que a Terra é redonda.
  • “Vocês já foram ao planetário?”
  • "Isso me faz lembrar de um episódio do Pernalonga, no qual o Cristóvão Colombo diz que a Terra é redonda como a sua própria cabeça, então o Rei lhe dá uma marretada e retruca 'A Terra é achatada, como a sua cabeça' hahaha".
  • “Sim! Coloca lá na prova que a Terra é plana que você vai receber um zero bem redondo.”
  • Diz que não. Na semana seguinte traz duas vídeos para a aula: um é da série “Cosmos” e o outro sobre a diferença entre conhecimento científico e outro sobre escola laica.

Um filme para passar a alunos do terceiro ano do ensino médio fazerem uma resenha crítica, para prática de redação:

  • Batman vs Superman.
  • A lista de Schindler.
  • Comenta alguns diretores e estilos e pede que os alunos decidam entre eles qual filme, dentro desse parâmetro, todos terão que assistir.
  • Cada um escolhe o seu.
  • Donnie Darko.
  • O nome da Rosa.

“Arredonda a nota aí, fessor(a)!”

  • Me dê um bom motivo.
  • Faltou uma matéria porque o cronograma ficou apertado. Se você fizer um seminário sobre ela, te dou ponto.
  • Veja com a direção o que ela pode fazer por você.
  • Você é um bom aluno, mas anda vacilando. Vou te dar essa colher de chá só dessa vez.
  • Não.
  • Melhor você fazer a prova de quem fez segunda chamada. Então somarei as duas notas e dividirei por dois.

Você acaba de entrar na sala do sexto ano. Alunos(as) em polvorosa. Gritaria. Ninguém quieto.

  • Acende e apaga as luzes, até que os alunos percebam que você chegou e é hora de parar.
  • “Cada minuto que eu deixar de dar aula serão transformados em dois minutos que vocês terão que ficar depois da aula!”
  • Chama os dois valentões e mais bagunceiros do grupo e diz que eles serão os responsáveis pela disciplina da classe.
  • Espera que eles se acalmem. Não importa o quanto demorem, não vale a pena se estressar por isso. São crianças com muita energia, somente.
  • Fala o nome dos mais exaltados e os manda para a direção. Se eles negarem que estivessem fazendo bagunça, chama outros alunos por testemunha, na cara deles.
  • “Acabou a bagunça! Parecem bichos! Se querem viver como bichos, vão para o zoológico. Quem quer ser gente, que preste atenção na aula a partir de agora ou vá embora!”

“Professor (a), o fulano mandou eu perguntar se você é gay/lésbica”

  • Promete responder o aluno se o aluno que perguntou imitar um gay ou lésbica até o final da aula. Depois explica o problema do machismo a partir da percepção oferecida pelo aluno
  • Se você e o fulano estão com tempo para ficar pensando nisso, deve ser porque estou dando pouca aula. Abram na página 63 e façam todos os exercícios até o recreio.
  • Por que quer saber?
  • Responde sim ou não, mas que poderia ser qualquer outra resposta também; e pergunta como aquela informação pode mudar a relação entre eles ali. Se nada iria mudar, por que a pergunta?
  • Responde e depois diz: ”Agora que respondi isso, não vou responder mais nenhuma pergunta, nem aquelas sobre o que vai cair na prova, para vocês aprenderem a selecionar melhor o que perguntam”.
  • Não sei porque está perguntando isso, mas você deve tomar cuidado com estereótipos. Essa ideia de ser homem/mulher e não poder demonstrar sentimento ou ser sensível, dependendo do caso, acaba se tornando uma prisão para todos.

O professor ou professora que você mais lembra e/ou mais gostou era um tanto...

  • Confuso (a), porém amigo (a).
  • Rígido (a), porém te ensinou muito.
  • Distante, mas te dava dicas valiosas de como ser autodidata.
  • Displicente como professor (a), mas mudou sua visão de mundo.
  • Carrasco (a), e passar em sua matéria foi quase uma realização de vida.
  • Utópico, mas te tirou da alienação.
Sr. Miyagi (Karate Kid) Refazer

Sr. Miyagi (Karate Kid)

É o/a docente preocupado com os “fundamentos”. Você quer ser um grande mestre e quer que seus discípulos se tornem mestres também.

Os/as Miyagianos, no entanto, possuem um “karatê” que é absolutamente diferente do “karatê” que quer ser aprendido, então mandam seus alunos fazerem umas atividades lúdicas que irão poupar o tempo do professor e esperam que aquilo, no final de tudo, se torne aprendizagem acadêmica

Sendo um construtivista, vai passar todo tipo de atividade desconexa para desenvolver “o verdadeiro karatê” no seu aluno, até que na competição final um cara chamado ENEM vai quebrar a perna dele e, para passar, seu aluno terá que usar um golpe de Kung-fu (que certamente não aprendeu com você).

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Severo Snape (Harry Potter) Refazer

Severo Snape (Harry Potter)

É o/a docente disposto ao maior sacrifício que se pode pedir à alguém: fazer o bem fazendo-se mal. No fundo é uma boa pessoa, mas já deu aula o bastante para saber que estrelinha dourada não motiva tanto quanto o medo da autoridade.

Seus/suas aprendizes desenvolvem com os Snapianos uma ambígua relação de amor e ódio.

Você domina não só o conteúdo da disciplina, mas domina também os seus alunos. Se as/os aprendizes não entendem a importância daquele conhecimento, que deem importância ao seu julgamento e que isso os faça aprender alguma coisa.

O/a aprendiz de um/ Snapiano nunca saberá se o que você faz é heroísmo ou vilania.

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Mestre dos Magos (A caverna do dragão) Refazer

Mestre dos Magos (A caverna do dragão)

Você quer as suas crianças independentes, então por que lhes dar as respostas prontas e se fazer presente quando elas precisam?

O/a docente Mestre dos Magos desenvolvem sua metodologia de ensino por enigmas a partir da preocupação de “não errar de novo” com seus pupilos, mas não quer abrir mão de sua metodologia que permite que busquem seu próprio caminho. O que você faz é dar as ferramentas e umas dicas obscuras de onde procurar; e observa pacientemente que, por mais que avancem, sempre há um ponto no qual eles recuam, ou simplesmente não conseguem prosseguir, e ficam presos no mesmo lugar.

Mas como um professor Mestre dos Magos me disse uma vez: “A epistemológica pós-moderna define-se pela desterritorialização dos paradigmas subjetivos do materialismo dialético”.

(Quando perguntei o que isso queria dizer, ele já tinha desaparecido)

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Yoda (Star Wars) Refazer

Yoda (Star Wars)

Você parece já estar há 700 anos nessa profissão. Já viu conselhos escolares caírem, bons alunos se perderem e já teve que se isolar de tudo por um tempo. Tem pouca paciência com aprendizes, pois sabe que não tem nada a ensinar, a não ser os perigos de aprenderem mal aprendido tudo aquilo que eles/as já sabem.

Você confia no “conhecimento” como A Força primordial, mas sabe que essa Força é algo que todos já têm, de uma forma ou de outra, e que aquilo que buscam contigo são formas de “desaprender”. Se um aluno diz que quer ser um grande acadêmico, você apenas responde “A academia não faz grande a ninguém” e deixa a pessoa seguir.

Obviamente, os curiosos com o mundo te admiram pela sua metodologia de “aprender fazendo”, mas aqueles que querem o domínio do conhecimento a qualquer custo se irritam facilmente com você, já que mesmo o conhecimento ruim é aceitável na academia.

Sonhador, você vê futuro nas organizações coletivas de conhecimento, mas no fundo sabe que tem os tornando alvos fáceis para o Império.

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Imperador Palpatine Refazer

Imperador Palpatine

Você tem uma noção própria do equilíbrio: para cada mestre, um discípulo. Sendo assim, você fica feliz de tirar um “alguém com um futuro promissor” de uma turma de 40 alunos que não querem nada.

Você não é verdadeiramente um antagonista dos professores Yoda, apenas acredita que o conhecimento tem uma função na sociedade e precisa ser eficaz no seu repasse, escolhendo bem com quem você vai gastar a sua energia.

Então você cria filtros e mais filtros para achar aquele aprendiz que o desafiará. São provas, listas de presenças e reprovações sumárias. Quanto mais alunos você tira da jogada, melhor. Menos é mais na sua docência.

Depois que um aluno é escolhido, ele deve continuar o seu legado ou te jogar no esquecimento. Não há meio termo.

Mas será que você está mesmo preparado para esses extremos? Ou, pior que isso, será que você já não está num extremo, obcecado em levar um aluno para o seu lado sombrio da meritocracia?

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Ra's Al Ghul (Batman) Refazer

Ra's Al Ghul (Batman)

'Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo'. Essa frase te é tão verdadeira que você tomou a educação como seu propósito para salvar o mundo de um mal... mundano.

Sua causa é nobre: por meio de uma educação rígida e centrada, guiará os seus/suas alunas/os para mudar o mundo e transformá-lo em algo melhor. Todos seguindo juntos uma ideologia que visa o bem maior. Você viverá como docente por muito mais tempo que o comum se for necessário, mas formará a sua Liga de pessoas com um treinamento para superarem o humano mediano, o ser massificado, e os transformará num vigilante incansável da justiça. Você os treina para serem mais fortes que o mundo e, em troca, que continuem o seu legado.

Com o tempo, alguns alunos que se destacam acabam te questionando e seguindo seu próprio jeito de fazer o que é melhor para as pessoas que não sabem ainda o que é melhor para si mesmas. Você pode se sentir traído/a, mas o vínculo entre docente e discente é grande demais e você e seu/sua aluno/a entrarão em diversos confrontos.

Você pode até não admitir, mas sente uma ponta de orgulho quando isso acontece.

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